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‘JN nas Ruas’ reúne brasileiros de origens e opiniões diferentes para falar de agro e respeito à natureza

'JN nas Ruas - Brasil que Ensina': os desafios do agronegócio e o respeito à natureza

G1 — Brasil · 2026-08-19T00:54:56.000Z

'JN nas Ruas - Brasil que Ensina': os desafios do agronegócio e o respeito à natureza

Jornal Nacional exibe, esta semana, uma série especial sobre as eleições. O “JN nas Ruas” ouviu brasileiros que vão votar em outubro para presidente, governador, senadores, deputado federal e deputado estadual.

A conversa nesta terça-feira (18) foi no Centro-Oeste do Brasil. César Tralli e Renata Vasconcellos foram à cidade histórica de Pirenópolis. Linda, um charme. Tem 27 mil moradores e uma história imensa: vai completar 300 anos de vida.

‘JN nas Ruas’ reúne brasileiros de origens e opiniões diferentes para falar de agro e respeito à natureza

Jornal Nacional/ Reprodução

E como foi esse encontro sobre agronegócio e respeito à natureza? O Jornal Nacional convidou dez pessoas que têm origens diferentes e que são de gerações diferentes: uma professora, dois agrônomos, uma produtora rural, um arquiteto, uma pecuarista, um economista, uma servidora pública, uma cozinheira e, também, um caminhoneiro. Eles têm opiniões e visões diferentes. E todos concordam que não precisam concordar em tudo. É um Brasil que ensina o valor do debate e do diálogo.

"Eu acho que o que a ciência precisa de responder, não só para o Brasil, acho que essa é uma questão da humanidade. Nós somos 8 bilhões e ocupamos praticamente o planeta inteiro. Mas o planeta tem limites, e a natureza está mostrando, através da poluição dos oceanos, através das mudanças climáticas, se esses limites estão chegando. Então, nós vamos ter que usar a nossa inteligência, a nossa capacidade de entender os processos para nos adaptarmos a um novo cenário. Em síntese, o Brasil tem um papel preponderante nesse processo e isso é algo que para nós pode parecer trivial, mas essa é a diferença, eu diria, entre essa espécie merecer continuar nesse planeta ou não", diz André Guimarães, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia.

"Acho que pensando inclusive em eleições, o primeiro ponto é dizer assim, o agro não é um partido político. Então, tem que ser encarado como um setor da economia que gera divisas, gera segurança alimentar para o país e tem uma contribuição ambiental tremenda. Temos tudo para ter orgulho desse setor e trabalhar aquilo que sempre foi a base orientadora do setor, que é a ciência. Precisamos que a ciência continue nos conduzindo e melhorando aquilo que mina a nossa competitividade, melhorando infraestrutura e logística, crédito, a questão da segurança jurídica, do ambiente de negócios. Tudo isso tem que ser políticas de Estado, não pode ser uma política meramente de governo", afirma Bruno Lucchi, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil.

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