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Dólar abre em queda, de olho em alta do petróleo e à espera da ata do Fed

O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (19) em queda, com um recuo de 0,24% perto das 9h, cotado a R$ 5,2081. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

G1 — Economia · 2026-08-19T12:00:20.000Z

O dólar abriu a sessão desta quarta-feira (19) em queda, com um recuo de 0,24% perto das 9h, cotado a R$ 5,2081. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

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Perto das 8h45, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 0,68%, cotado a US$ 91,64, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 0,80% no mesmo horário, a US$ 85,62.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

Acumulado da semana: +0,04%;

Acumulado do mês: +3,00%;

Acumulado do ano: --4,87%.

Acumulado da semana: -0,36%;

Acumulado do mês: -6,55%;

Acumulado do ano: +3,79%.

Petróleo volta a ficar no centro das atenções

O mercado internacional de petróleo voltou a ficar no centro das atenções. Nesta quarta-feira, o jornal britânico Financial Times afirmou que o Irã considera atacar alvos militares dos EUA na Europa caso a guerra entre eles tenha uma nova escalada.

Um dos potenciais alvos seria a base aérea búlgara de Bezmer, que desde o mês passado tem sido utilizada por aeronaves do Exército dos EUA para reabastecimento;

Outra instalação que poderia ser visada é uma base aérea britânica no Chipre que já havia sido atacada por um drone iraniano em março.

Além disso, o regime iraniano também tem considerado a possibilidade de atacar cabos submarinos de fibra óptica no Estreito de Ormuz em caso essa nova escalada ocorra, segundo o FT. Tais ataques, caso venham a ser postos em prática, serviriam para elevar os riscos e consequências do conflito para os EUA, disseram as fontes iranianas ao jornal.

Nas últimas semanas, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou declarar o Estreito de Ormuz como território dos EUA —algo inviável e proibido à luz do direito internacional— e bombardear o aliado Omã caso o país chegue a um acordo com o Irã sobre o controle da navegação comercial na via marítima.

Teerã, por sua vez, que disse estar perto de concluir o acordo com o Omã, elevou o tom ao impor um ultimato aos EUA e afirmar que passaria a tomar uma postura mais ofensiva na guerra caso as negociações com a Casa Branca para o fim do conflito fracassem.

As tensões voltam a elevar preocupações sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, rota por onde passava cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo antes da guerra, e seus efeitos na inflação e na oferta de energia pelo mundo.

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Na Ásia, as ações chinesas fecharam em queda, com uma venda massiva de ações de chips e robótica em meio a preocupações com a economia e após resultados corporativos abaixo do esperado.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, recuou 2,9%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, caiu 2,4%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,09% e o Nikkei,, do Japão, teve perdas de 3,16%. O Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 5,80%.

* Com informações da agência de notícias Reuters.

Notas de dólar.

Dado Ruvic/ Reuters

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