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O discurso judicial brasileiro tem se dedicado a compor roteiro de vinhetas, frases de efeito e sacadas irônicas como substitutos de doutrina jurídica. Na decisão de apreensão de celular de jornalista , ministros do STF voltaram a apelar a…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-08-19T20:00:00.000Z
O discurso judicial brasileiro tem se dedicado a compor roteiro de vinhetas, frases de efeito e sacadas irônicas como substitutos de doutrina jurídica. Na decisão de apreensão de celular de jornalista , ministros do STF voltaram a apelar a um clichê tão preguiçoso quanto perigoso: "direitos fundamentais não são absolutos", logo "não podem servir de escudo para a prática de crimes".
Leia mais (08/19/2026 - 17h00)