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Violinos de Elisa Fukuda
G1 — Brasil · 2026-08-22T15:39:55.000Z
Violinos de Elisa Fukuda
A violinista e professora Elisa Fukuda teve dois violinos e três arcos roubados após ter a casa invadida por assaltantes na madrugada de sexta-feira (21), em São Paulo. A musicista e o irmão estavam dormindo quando foram rendidos.
Segundo relato de Elisa, os criminosos procuravam ouro, joias e dinheiro. Como não encontraram os objetos, decidiram levar os instrumentos, além do celular da violinista e de outros pertences pessoais.
"Graças a Deus não nos machucaram. Eles queriam ouro, joias e dinheiro. Fiquei calma e expliquei que era professora de violino e que não tinha dinheiro nem joias em casa", contou.
Mesmo durante o assalto, a violinista chegou a pedir cuidado aos criminosos no momento em que eles recolhiam os instrumentos.
"Um dos rapazes pegou o violino e ia colocar dentro de uma mala e eu falei: 'cuidado, é um instrumento sensível, tem que deixar dentro da caixa'. Então pelo menos levaram os instrumentos dentro da caixa", relatou.
A ocorrência foi registrada na polícia.
Os dois violinos roubados são instrumentos italianos: um Giuseppe Gagliano e um Guadagnini.
Mobilização para encontrar instrumentos
Nas redes sociais, a produtora de Elisa, Amália De Vincenzo, divulgou um comunicado para informar sobre o assalto e pedir ajuda na localização dos instrumentos.
Segundo ela, apesar da invasão, Elisa e o irmão passam bem e não sofreram lesões.
"Estamos mobilizando todos os esforços possíveis para localizar e recuperar os instrumentos e não mediremos esforços nessa busca", escreveu Amália.
A produtora afirmou ainda que a divulgação das características dos violinos pode ajudar na recuperação dos bens.
"Acreditamos que a força da nossa rede poderá ser fundamental para que os instrumentos sejam encontrados", disse.
Além dos dois violinos e dos três arcos, os criminosos levaram objetos pessoais da musicista, incluindo o celular.
Até a última atualização desta reportagem, os instrumentos não haviam sido recuperados.
O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) e não teve retorno.
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