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Reportar uma guerra de perto significa conviver com os mesmos riscos enfrentados por quem vive no território atacado. Explosões, drones, ameaças, sequestros, violência. Para fazer jornalismo em zonas de conflito, não basta chegar com uma…
G1 — Brasil · 2026-08-23T21:08:33.000Z
Reportar uma guerra de perto significa conviver com os mesmos riscos enfrentados por quem vive no território atacado. Explosões, drones, ameaças, sequestros, violência. Para fazer jornalismo em zonas de conflito, não basta chegar com uma câmera e um microfone. É preciso saber como entrar, como se proteger e, em alguns momentos, como sair dali com vida.
Na série de reportagens do Fantástico "Jornalistas no Front", Caco Barcellos, Danielle Zampollo e Sara Pavani viajaram para três países onde nossos colegas de profissão enfrentam situações extremas para continuar informando: México, Ucrânia e Sudão.
Em cada lugar, uma realidade diferente. No México, a violência dos cartéis no país mais perigoso para jornalistas das Américas. Na Ucrânia, uma guerra que já dura mais de quatro anos. E, no Sudão, uma guerra civil que destruiu cidades, expulsou milhões de pessoas de suas casas e praticamente silenciou a imprensa.
Hoje, no nosso podcast, a gente vai falar sobre os bastidores dessa experiência. O medo, os riscos, as escolhas e o que significa fazer jornalismo quando contar uma história pode colocar a própria vida em perigo.