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Golpe do falso investimento: operação mira esquema de fraudes eletrônicas que teria movimentado mais de R$ 188 milhões

Operação mira esquema que teria movimentado mais de R$ 188 milhões

G1 — Brasil · 2026-07-23T12:31:24.000Z

Operação mira esquema que teria movimentado mais de R$ 188 milhões

Na manhã desta quinta-feira (23), a Polícia Civil do Estado de Goiás realizou uma operação que mira um suposta esquema de fraudes eletrônicas que teria movimentado mais de R$ 118 milhões, segundo a Polícia Civil. Segundo as investigações, a organização é especializada no "golpe da falsa plataforma de investimentos". Ao todo, 18 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Pernambuco.

Os nomes dos investigados não foram divulgados, portanto, o g1 não conseguiu localizar as defesas para um posicionamento.

A operação Dark Wallet foi realizada nesta quinta-feira (23), com o apoio da Polícia Civil do Estado do Pernambuco e cooperação técnica do Laboratório de Operações Cibernéticas. De acordo com a polícia, as investigações começaram quando uma pessoa relatou ter sido convencida a fazer investimentos em supostas plataformas internacionais.

"Durante meses, os criminosos simulavam lucros, efetuavam pequenos pagamentos para transmitir credibilidade ao esquema e induziam a vítima a realizar novos investimentos", informou a polícia.

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Na primeira fase da operação, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão, de prisão temporária e quebra de sigilo bancário. A partir disso, a Polícia Civil conseguiu aprofundar a investigar e constatar a existência de uma organização criminosa.

Diante disso, foram solicitadas:

Novas prisões cautelares;

Mandados de busca e apreensão;

Sequestro de bens;

Afastamento de sigilos telemáticos;

Autorização para acesso aos dispositivos eletrônicos apreendidos.

Segundo Polícia Civil, até o momento foram cumpridos os 18 mandados de busca e apreensão, além de sequestro de bens em Pernambuco.

Golpe do falso investimento

A organização criminosa tem uma estrutura ampla e possui diversos integrantes, responsáveis por realizar diferentes tarefas, segundo a polícia. As investigações encontraram indícios de intensa circulação de recursos financeiros entre empresas e pessoas ligadas ao grupo.

"Há indícios de utilização de empresas de fachada, contas bancárias de terceiros e sucessivas transferências destinadas à ocultação e dissimulação da origem ilícita dos valores", informou a polícia.

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