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Idosa perde dinheiro após cair no golpe do falso delegado
G1 — Brasil · 2026-08-25T10:03:36.000Z
Idosa perde dinheiro após cair no golpe do falso delegado
Um homem que se passava por delegado e mais seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público de Goiás por um golpe de R$ 165 mil aplicado em uma idosa de 75 anos, em Goiânia. De acordo com a denúncia, os suspeitos convenceram a vítima de que havia uma investigação contra o gerente da agência bancária onde ela era correntista e, por isso, era necessário proteger o dinheiro dela por meio de transferências para outras contas.
Os advogados dos envolvidos não foram localizados até a última atualização desta reportagem.
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O golpe foi aplicado em 2024. Segundo o inquérito policial, reproduzido na denúncia do MPGO, o primeiro contato com a idosa aconteceu no dia 30 de setembro daquele ano. Nesse dia, um dos golpistas disse que era delegado e que o gerente do banco onde a idosa tinha conta estava sendo investigado por fraudes financeiras e que a Polícia Civil queria proteger o patrimônio dela.
No dia 2 de outubro, o falso delegado voltou a fazer contato e convenceu a idosa a enviar R$ 45 mil para a conta de Fernando Cesar Araújo. Depois, ele ligou novamente e pediu o envio de mais R$ 70 mil.
Segundo a denúncia, no dia seguinte ainda foi feito um empréstimo em nome da idosa, de R$ 47.585,35. Mas o valor não foi sacado. No mesmo dia, houve mais uma transferência da conta dela de R$ 3 mil.
Idosa de 75 anos foi alvo de um golpe de R$ 165 mil de criminosos, entre eles um homem que se passou por delegado
Os denunciados pelo Ministério Público são:
Aqui estão os nomes formatados com as iniciais maiúsculas (mantendo as preposições em minúsculas, conforme o padrão da língua portuguesa):
Baltazar José Pinheiro Junior – preso definitivo;
Brenno Almeida dos Santos;
Rafael Ornelas da Cruz;
Nathália Cristina dos Santos Fernandes;
Fernando César Araújo Athenesi;
Wendrel Alexandre Teodoro dos Santos;
Vagner Daniel Gomes.
Quem se passava por delegado era Vagner Daniel. Já Nathália Cristina era quem fingia ser policial. Baltazar era motorista, responsável por levar Nathália até a vítima. E Breno, segundo a polícia, era o "captador de informações", que pegava dados de delegacias para dar veracidade ao golpe e também os dados das vítimas.
Do núcleo financeiro da quadrilha faziam parte Rafael, que administrava as contas digitais que recebiam os valores e atuava na lavagem de dinheiro. Esses valores eram enviados para diversas contas em nome de Fernando César e outras de Wendrel Alexandre.
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