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DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua
G1 — Brasil · 2026-08-25T10:16:05.000Z
DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua
O Distrito Federal registrou o 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua após o governo local sancionar a lei que prevê tal medida. O homem de 31 anos foi resgatado andando pelos trilhos do metrô.
🔎 A lei que regula internação voluntária de pessoas em situação de vulnerabilidade social ou em situação de rua foi sancionada em julho deste ano.
O caso foi registrado na 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. Segundo o boletim de ocorrência, uma equipe do Samu constatou "que o indivíduo se encontrava em surto", por isso "a equipe decidiu pela realização da condução e internação do homem, uma vez que o indivíduo apresentava iminente risco à coletividade".
De acordo com a regulamentação publicada no Diário Oficial do DF nesta segunda-feira (24), constituem sinais de alerta para a necessidade de internação involuntária:
risco à vida;
negligência extrema com autocuidados básicos;
presença de sintomas psicóticos.
"A internação involuntária somente ocorre em caráter excepcional, por determinação médica, sendo vedada, em qualquer hipótese, a adoção de ações indiscriminadas que impliquem recolhimento forçado, admitidos os mutirões de acolhimento e zeladoria urbana", destaca o texto.
DF tem 1º caso de internação involuntária de pessoa em situação de rua
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No último dia 13, a Secretaria de Saúde negou um pedido de internação involuntária da pessoa em situação de rua que chutou uma criança de 5 anos na cabeça, na Asa Sul, feito pela Secretaria de Segurança Pública.
"Ele foi encaminhado para fazer uma avaliação conforme o protocolo pactuado com as forças de segurança. Nem todo caso vai configurar um quadro de surdo psíquico que indique internação involuntária. Ele vai continuar sendo tratado e acompanhado com a equipe do consultório na rua, no CAPS", afirmou a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer.
À época, a pasta informou que o homem continuaria sendo acompanhando pela rede de saúde pública. Ainda segundo Fernada Falcomer, caso, no futuro, o acompanhamento sugira internação, o procedimento será seguido.
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