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Caso Yasmin Macêdo: Lucas Magalhães, dono de lancha, é condenado a 4 anos e 10 meses em regime semiaberto no Pará

Acusado de envolvimento na morte de Yasmin Macêdo é julgado

G1 — Brasil · 2026-08-26T01:50:47.000Z

Acusado de envolvimento na morte de Yasmin Macêdo é julgado

Lucas Magalhães foi absolvido nesta terça-feira (25) pelos crimes de homicídio e fraude processual no caso da influenciadora Yasmin Macêdo no Pará. Ele foi condenado pelos crimes de porte de arma e disparo de arma de fogo durante o passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém, em que Yasmin morreu em 2021.

A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri, no Fórum Criminal de Belém. A pena aplicada foi de 4 anos e 10 meses em regime semiaberto, tendo direito de recorrer em liberdade.

Yasmin morreu em dezembro de 2021, aos 21 anos, durante um passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém. O corpo dela foi encontrado no dia seguinte. Segundo as investigações, a causa da morte foi afogamento.

Caso Yasmin Macêdo: Lucas Magalhães é julgado no Pará.

Lucas foi submetido a júri popular para responder por homicídio com dolo eventual, fraude processual e porte e disparo ilegal de arma de fogo. A soma das penas mínimas previstas para os crimes poderia chegar a 15 anos de prisão. O acusado já estava em liberdade provisória desde 2023.

A data do julgamento foi definida após o esgotamento dos recursos apresentados pela defesa do réu em instâncias superiores, incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF). Nove testemunhas foram convocadas para prestar depoimentos.

Relembre o caso

Lucas Magalhães, dono da lancha envolvida no caso Yasmin Fontes Cavaleiro de Macêdo, na época da prisão.

Felipe Bispo/Redes Sociais

Yasmin Cavaleiro de Macêdo tinha 21 anos, era estudante de medicina veterinária e também atuava como influenciadora digital. Ela desapareceu em 12 de dezembro de 2021, durante um passeio de lancha pelo rio Maguari, em Belém.

O corpo da jovem foi encontrado no dia seguinte. Segundo as investigações, a causa da morte foi afogamento.

Ao todo, 19 pessoas estavam na embarcação. Lucas Magalhães, proprietário da lancha, é apontado como principal suspeito.

De acordo com as investigações, Lucas teria efetuado disparos de arma de fogo durante o passeio e alterado a estrutura da embarcação antes da realização da perícia técnica.

O despacho da Justiça também cita outras condutas atribuídas ao acusado, descritas no inquérito policial e em procedimento administrativo instaurado pela Capitania dos Portos.

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