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Empresária de Cuiabá é presa em operação da PF que investiga tráfico internacional de cocaína

A empresária cuiabana Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi presa pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Bóreas

G1 — Brasil · 2026-08-26T19:22:33.000Z

A empresária cuiabana Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi presa pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Bóreas

A empresária cuiabana Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi presa pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Bóreas, deflagrada nessa terça-feira (25), em uma investigação contra uma organização criminosa suspeita de atuar na logística de transporte aéreo internacional de drogas e armas de fogo. Thatiana é sócia-administradora do Tatu Bola, restaurante localizado em Cuiabá.

O g1 procurou a defesa de Thatiana, mas não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.

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Segundo a polícia, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva, além de três mandados de busca e apreensão. Também foram determinadas medidas de apreensão de aeronaves e bloqueio e sequestro de bens e valores pelo Juízo da 4ª Vara Federal de Palmas (TO).

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A operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada na logística de transporte aéreo internacional de drogas e armas de fogo, segundo a PF.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações indicam que o grupo seria responsável pela organização de voos, utilização de aeronaves, pistas clandestinas e pelo suporte logístico necessário ao transporte de grandes carregamentos de cocaína e armas de fogo.

Ainda segundo a investigação, as drogas e armas seriam provenientes da Bolívia e do Peru e teriam como destino o Brasil. A apuração teve origem em investigações relacionadas a recentes apreensões de drogas realizadas no Tocantins.

A PF também solicitou a inclusão de 10 alvos nos mecanismos de Difusão Vermelha da Interpol, sistema utilizado para solicitar a localização e prisão provisória de pessoas procuradas internacionalmente.

Os investigados poderão responder, segundo a PF, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que possam ser identificados durante as investigações.

Participaram da operação a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE/TO), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) e a Delegacia de Polícia Federal em Redenção (PA).

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