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Na estreia do horário eleitoral, candidatos ao governo de RO falam sobre origens e apresentam propostas

Propaganda eleitoral no rádio e na TV começa nesta sexta-feira (28)

G1 — Brasil · 2026-08-28T18:38:01.000Z

Propaganda eleitoral no rádio e na TV começa nesta sexta-feira (28)

As emissoras de televisão de Rondônia exibiram nesta sexta-feira (28) o primeiro horário eleitoral obrigatório para os candidatos ao governo do estado. A propaganda será exibida por 35 dias, até 1º de outubro, três dias antes do primeiro turno das eleições gerais de 2026.

Os candidatos Adailton Fúria (PSD), Hildon Chaves (União Brasil), Expedito Netto (PT), Marcos Rogério (PL) e Pedro Abib (MDB) apresentaram suas candidaturas e principais propostas. O candidato Samuel Costa não apareceu na propaganda.

O bloco destinado aos candidatos ao governo teve nove minutos de duração. Com base no cálculo da Justiça Eleitoral, a divisão do tempo foi apresentada da seguinte forma:

Adailton Fúria (PSD): 1 minuto e 9 segundos

Hildon Chaves (União Brasil): 2 minutos e 32 segundos

Samuel Costa (PSB): 23 segundos

Expedito Netto (PT): 1 minuto e 43 segundos

Marcos Rogério (PL): 2 minutos e 5 segundos

Pedro Abib (MDB): 1 minuto 5 segundos

Durante a propaganda eleitoral, os candidatos divulgam ideias e propostas de campanha. O g1 acompanhou a exibição das propagandas eleitorais dos candidatos ao governo. Confira os principais pontos:

Adailton Furia (PSD)

Adailton Furia na 1ª propaganda política

O foco da primeira propaganda eleitoral de Adailton Furia foi destacar sua origem em Cacoal (RO). O vídeo apresenta uma simulação de sua infância vendendo picolés, quando uma senhora lhe pergunta o que deseja ser no futuro. “Governador”, responde o menino.

A peça também mostra familiares relatando sua trajetória e o descrevem como um homem de força de vontade. Ao final, o candidato afirma que é a coragem que Rondônia precisa.

Hildon Chaves (União Brasil)

Hildon Chaves na 1ª propaganda eleitoral

Hildon Chaves teve o maior tempo entre os candidatos, com dois minutos e trinta e dois segundos. O vídeo percorre os principais destaques de Rondônia, mostrando famílias ribeirinhas, o cultivo do café, o rio Madeira, produtores rurais, festivais culturais e mais.

Na parte final, Hildon aparece na rodoviária de Porto Velho, obra construída em sua gestão, e afirma que existem muitas "Rondônias" em uma só. Ele fala sobre o valor do trabalho, sobre não temer desafios e conclui destacando que o maior deles será construir um estado ainda mais forte.

Samuel Costa (PSB)

Samuel Costa teria o menor tempo disponibilizado entre os candidatos, com 23 segundos. No entanto, em vez dele, apareceu apenas a cartela azul padrão da Justiça Eleitoral.

A campanha afirmou ao g1 que está "verificando" o que houve.

Expedito Netto (PT)

Expedito Netto na 1ª propaganda eleitoral

Expedito Netto aparece na beira do rio e fala sobre o cotidiano do produtor rondoniense: acordar cedo, tirar leite, plantar soja, café e cacau. Em seguida, afirma que promessa sem números é apenas ilusão, e apresenta sua trajetória política de deputado federal e Secretário Nacional da Pesca como prova de resultados concretos.

Ao final, Expedito Neto afirma que o problema de Rondônia não é a falta de dinheiro, mas sim de compromisso com a entrega, e se apresenta como aquele que assume esse compromisso com o eleitor.

Marcos Rogério (PL)

Marcos Rogério na 1ª propaganda eleitoral

Marcos Rogério começa ressaltando problemas do estado, como uma mulher idosa reclamando da falta de médicos especialistas no hospital e um produtor rural fala sobre os prejuízos na produção por falta de infraestrutura.

Rogério apresenta Rondônia como um estado com potencial, mas com a falta de um gestor eficiente. Em seguida, o candidato se apresenta como a solução para essas problemas.

Pedro Abib (MDB)

Pedro Abib na 1ª propaganda eleitoral

Na propaganda eleitoral de Pedro Abib, o tom é de crítica à chamada “velha política”. O vídeo começa questionando a comemoração pelos recordes de arrecadação do Estado, afirmando que o dinheiro não se transforma em obras e serviços, mas se perde em privilégios e cargos comissionados.

Em seguida, o candidato promete mudar essa lógica já no próximo ano, defendendo o enxugamento da máquina pública sem paralisar o Estado, mas combatendo o desperdício.

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