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Augusto Cury, candidato do Avante a presidente, concede entrevista à Globo

O candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, concede neste sábado (29) entrevista à Globo.

G1 — Política · 2026-08-30T00:19:15.000Z

O candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, concede neste sábado (29) entrevista à Globo.

A entrevista com Cury é a sexta de uma série com os candidatos à Presidência da República. Na segunda-feira (24), o participante foi Romeu Zema(Novo); na terça (25), Ronaldo Caiado(PSD); na quarta (26), Renan Santos (Missão); na quinta (27), Lula (PT), e na sexta (28), Lula.

Vejam como foram as outras entrevistas:

Romeu Zema, candidato do Novo

Ronaldo Caiado, candidato do PSD

Renan Santos, do Missão

Lula, do PT

Flávio Bolsonaro, do PL

A Globo convidou os seis candidatos mais bem posicionados na pesquisa de intenção de voto divulgada pela Quaest em 14 de agosto. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio, com a presença de representantes dos partidos.

Esta é a primeira vez que as entrevistas da Globo com candidatos ao Palácio do Planalto são após o Jornal Nacional, e não dentro do telejornal. Após a exibição, a entrevista vai ficar disponível na íntegra no g1 e no Globoplay.

Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema: candidatos à Presidência da República

O 1º turno das eleições será em 4 de outubro.

Quem é Augusto Cury

Nasceu em Colina (SP) em 1958. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e concluiu seu doutorado internacional em Psicologia Multifocal pela Florida Christian University em 2013, informa seu site.

Cury dedicou-se à pesquisa sobre as dinâmicas da emoção durante sua carreira. É pós-graduado na PUC de São Paulo e professor de pós-graduação e conferencista em congressos nacionais e internacionais.

Foi considerado o autor mais lido da última década no Brasil, pela revista "IstoÉ" e pelo jornal "Folha de S. Paulo". Recebeu o prêmio de melhor ficção do ano de 2009 da Academia Chinesa de Literatura pelo livro "O Vendedor de Sonhos", que foi adaptado para o cinema em 2016, com direção de Jayme Monjardim.

Augusto Cury e sua mulher, Suleima Cabrera Farhate Cury

Veja as principais propostas de Cury, registradas no plano de governo entregue ao TSE:

Buscar déficit público próximo de zero durante o mandato, reduzindo custos e direcionando recursos para infraestrutura, educação e saúde.

Adotar o semipresidencialismo, com um primeiro-ministro responsável pela condução do governo e o presidente exercendo funções de Estado.

Estabelecer mandato de oito anos para ministros do STF, com idade mínima de 50 anos e mudanças nas regras de indicação e composição da Corte.

Incentivar a criação de 10 milhões de novos empreendedores, com capacitação e acesso facilitado a crédito.

Ampliar a educação em tempo integral, incorporando gestão da emoção, educação financeira e empreendedorismo ao currículo.

Criar uma política nacional de inclusão de alunos neurodivergentes, como pessoas com autismo, TDAH e dislexia.

Combater o feminicídio com botões de pânico, geolocalização e aplicativos de emergência, além de promover igualdade salarial e autoestima feminina.

Regularizar até 5 milhões de moradias em dez anos em favelas e áreas vulneráveis, combinando titulação, capacitação e crédito.

Impulsionar a produção no semiárido com irrigação, tecnologia hídrica e mecanização, em parcerias com Israel e China.

Criar polos de comércio e serviços nas rodovias federais para estimular pequenos negócios, produtores locais e agroturismo.

Atrair ou instalar 10 mil agroindústrias em oito anos, ampliando o processamento da produção agrícola no Brasil.

Dobrar o número de cooperados, de 27 milhões para 54 milhões, expandindo cooperativas em diferentes setores.

Transformar as embaixadas em polos de captação de negócios e promoção das exportações brasileiras.

Expandir a telemedicina no SUS, com meta de atendimento preliminar em até 30 minutos nos casos compatíveis.

Criar forças municipais de prevenção na segurança pública, aproveitando 5% dos servidores municipais, sem novas despesas operacionais.

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