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Serviços dobram geração de vagas e sustentam emprego em Campinas após piora no comércio e construção

Serviços dobram geração de vagas e sustentam emprego em Campinas após piora no comércio e construção

G1 — Brasil · 2026-08-31T22:36:05.000Z

Serviços dobram geração de vagas e sustentam emprego em Campinas após piora no comércio e construção

Campinas (SP) teve saldo positivo de 430 empregos com carteira assinada em julho deste ano, puxado por serviços: o setor mais que dobrou o desempenho na comparação com o mesmo período do ano passado. Comércio e construção civil, porém, tiveram piora e fecharam postos de trabalho.

Foram registradas 21.212 admissões e 20.782 desligamentos na metrópole. O saldo se manteve estável em relação a julho de 2025, quando o município criou 442 empregos.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

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Saldo por setor

O setor de serviços foi o principal responsável pela manutenção do saldo positivo. Em julho deste ano, a atividade abriu 912 vagas, mais que o dobro das 444 registradas em julho de 2025.

Na direção oposta, o comércio passou de um saldo positivo de 186 empregos há um ano para o fechamento de 120 vagas em julho de 2026.

Saldo de postos de trabalho por setor em Campinas

A construção civil também apresentou piora. O setor encerrou julho com saldo negativo de 324 postos de trabalho, contra 140 vagas fechadas no mesmo mês do ano passado.

A indústria continuou registrando mais desligamentos do que admissões, embora tenha mostrado leve melhora no resultado negativo, passando de 41 vagas fechadas em julho de 2025 para 26 neste ano. A agropecuária teve saldo negativo de 12 empregos.

Queda em relação a junho

Na comparação com junho deste ano, o saldo de empregos em Campinas também apresentou queda. Em junho, o município havia criado 857 vagas formais. Em julho, o saldo caiu para 430, uma redução de quase 49,8%.

O comércio passou de saldo positivo de 167 vagas em junho para saldo negativo de 120 em julho. A construção civil também ampliou as perdas, passando de 175 para 324 postos fechados.

Já os serviços seguiram em trajetória de crescimento, com o saldo subindo de 667 vagas em junho para 912 em julho.

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