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Há artistas, como Ricardo Ribenboim, que não fazem duas vezes a mesma obra. Ele colocou uma agulha gigante costurando os traços brancos do asfalto da rodovia Anchieta, deixou grandes barras de gelo derretendo nas plataformas da Estação…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-09-01T13:00:00.000Z
Há artistas, como Ricardo Ribenboim, que não fazem duas vezes a mesma obra. Ele colocou uma agulha gigante costurando os traços brancos do asfalto da rodovia Anchieta, deixou grandes barras de gelo derretendo nas plataformas da Estação Júlio Prestes, usou band-aids imensos para remendar os buracos das ruas de São Paulo, jogou bolas infláveis no mar de Ipanema para alertar sobre a preciosidade da água.
Leia mais (09/01/2026 - 10h00)