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Estudante que se passava por funcionária de banco para aplicar golpes cumprirá domiciliar por falta de vagas em presídio de MT

Casal aplicava golpes enviando links fraudulentos, segundo a Polícia Civil

G1 — Brasil · 2026-09-02T14:21:59.000Z

Casal aplicava golpes enviando links fraudulentos, segundo a Polícia Civil

A estudante de direito Lilia Grazielly Correia da Silva, investigada por se passar por funcionária de um banco para aplicar golpes financeiros, cumprirá prisão domiciliar com monitoramento eletrônico, em Tangará da Serra. A decisão foi tomada pela Justiça diante da inexistência de vaga no sistema prisional feminino.

O g1 tenta localizar a defesa de Lilia.

Inicialmente, os advogados da investigada apresentaram um habeas corpus, alegando que não haviam fatos novos que justificassem a prisão preventiva. Durante a análise do documento, a Justiça optou em manter a prisão preventiva, mas determinou que ela fosse cumprida integralmente em regime domiciliar.

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Além do monitoramento eletrônico, a decisão estabeleceu outras medidas cautelares, como a proibição de contato com partes e testemunhas do caso, o comparecimento aos atos processuais e a fiscalização periódica.

Relembre o caso

Grazielly, e o namorado, que não teve a identidade revelada, foram presos em flagrante ao se passarem por representantes de bancos para aplicarem golpes, em Tangará da Serra, em dezembro de 2025.

Inicialmente, a Polícia Civil foi à casa do casal para cumprir mandados de busca e apreensão. No local, foram recolhidos seis celulares, um notebook, mais de nove chips de telefonia e uma quantia em dinheiro.

Segundo a polícia, ao analisar o conteúdo dos aparelhos apreendidos, os investigadores encontraram provas de que o casal praticava golpes se passando por funcionários.

As mensagens indicavam que eles enganavam as vítimas para obter acesso às contas bancárias, além de enviarem links falsos, nos quais se apresentavam como agentes de um programa de recompensas em pontos.

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Polícia apreendeu seis celulares, um notebook, mais de nove chips de telefonia e uma quantia em dinheiro

Ainda conforme a polícia, as últimas mensagens enviadas pelos suspeitos ocorreram poucas horas antes da chegada da equipe ao local.

Diante das evidências encontradas, os dois foram presos em flagrante pelo crime de estelionato qualificado.

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