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Apresentador de TV investigado por estupro de vulnerável é preso pela PM em Santarém

Klebert foi apresentado da Deaca na manhã desta quarta (2)

G1 — Brasil · 2026-09-02T14:14:53.000Z

Klebert foi apresentado da Deaca na manhã desta quarta (2)

Eder Rabelo/TV Tapajós

A Polícia Militar cumpriu nesta quarta-feira (2) um mandado de prisão definitiva contra o apresentador de TV Raymond Klebbert de Sousa, em Santarém, no oeste do Pará. A prisão decorre de uma condenação transitada em julgado pelo crime de estupro de vulnerável, ocorrida em agosto deste ano. A ordem de prisão foi expedida pela 1ª Vara Criminal de Santarém e assinada pelo juiz Flávio Oliveira Lauande. Como a condenação é definitiva (trânsito em julgado), não cabe mais recurso contra a sentença no processo correspondente.

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O apresentador havia sido absolvido em primeira instância, mas a decisão foi revertida após a Justiça aceitar um recurso de apelação apresentado pelo Ministério Público do Estado do Pará (MPPA). Com a nova sentença, Raymond foi condenado a 12 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelo crime de estupro de vulnerável.

Posicionamento do detido

Klebert foi preso na manhã desta quarta (2) em Santarém

Eder Rabelo/TV Tapajós

No momento em que foi localizado e detido pelas equipes da Polícia Militar, o apresentador declarou à TV Tapajós ser inocente das acusações. Ele alegou à guarnição que a denúncia de cunho sexual teria sido formulada por sua enteada como forma de represália, após o comunicador se manifestar contrário ao relacionamento dela com um jovem que seria um usuário de drogas.

Condenação anterior por racismo contra indígenas

Raymond Klebbert de Sousa e a empresa proprietária da TV Catraia também acumulam histórico em processos na esfera federal. Na quarta-feira, 10 de junho de 2026, a Justiça Federal condenou o apresentador de webTV e a emissora por discurso de ódio e racismo praticados contra 14 etnias indígenas do Baixo Tapajós.

Agora no g1

A Ação Civil Pública (ACP), movida pelo Ministério Público Federal (MPF), apontou que as ofensas foram proferidas durante a transmissão ao vivo do programa Conexão Catraia nas redes sociais, em junho de 2022.

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