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Clei Bagattini: Polícia Civil aponta que morte de dentista foi encomendada a 'escritório do crime' em Vilhena, RO

Caso Clei Bagattini tem novas prisões após dois anos do caso

G1 — Brasil · 2026-09-02T15:24:31.000Z

Caso Clei Bagattini tem novas prisões após dois anos do caso

A Polícia Civil informou em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (2) que o assassinato do dentista Clei Bagatini, de 50 anos, foi encomendado a um grupo que atuava como um 'escritório do crime' em Vilhena (RO).

Segundo os investigadores, os envolvidos não tinham relação prévia com a vítima e a organização criminosa já foi desarticulada. A polícia aponta que o grupo teve participação direta no planejamento e na execução do homicídio. Os nomes dos detidos não foram divulgados.

As prisões marcam a conclusão da segunda fase da investigação, considerada complexa pela Polícia Civil. O inquérito possui cerca de duas mil páginas e detalha que os criminosos realizaram encontros presenciais em áreas de mata para organizar a ação. Após o crime, os suspeitos destruíram os próprios celulares na tentativa de apagar provas.

Até o momento, sete pessoas foram identificadas. Na primeira fase da investigação, a polícia identificou Raqueline Leme Machado e o namorado, Maicon Sega Araújo. Ambos foram condenados pela Justiça em abril deste ano.

O terceiro identificado na etapa inicial foi Maicon da Silva Raimundo, apontado como o autor dos disparos. Ele não chegou a ser preso pelo crime, pois morreu cinco meses depois durante um confronto com a polícia em Colniza, no Mato Grosso.

A Polícia Civil inicia agora a terceira fase da investigação. O objetivo é identificar outras pessoas que possam ter participado do assassinato. A estimativa é de que ainda existam três ou quatro envolvidos na organização do crime.

Clei Bagattini, de 50 anos, foi morto a tiros por um paciente que havia tentado marcar uma consulta

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