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Durante os 17 anos em que o filho foi policial militar, Olga Alice Fernandes da Silva, 79, acostumou-se a rezar para que ele voltasse vivo para casa. Jamais poderia imaginar, conta ela, que seu caçula seria morto a tiros dentro de um…
Folha — Cotidiano · 2026-09-04T18:00:00.000Z
Durante os 17 anos em que o filho foi policial militar, Olga Alice Fernandes da Silva, 79, acostumou-se a rezar para que ele voltasse vivo para casa. Jamais poderia imaginar, conta ela, que seu caçula seria morto a tiros dentro de um quartel da Polícia Militar de São Paulo, enquanto estava deitado no próprio beliche.
Leia mais (09/04/2026 - 15h00)