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Por trás do esplendor da arte egípcia, com as cores vivas que decoravam paredes de templos, vasos de cerâmica ou mesmo sarcófagos, havia uma estranha mistura de quitanda com açougue. Proteínas obtidas a partir do couro de animais e de…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-09-05T09:00:00.000Z
Por trás do esplendor da arte egípcia, com as cores vivas que decoravam paredes de templos, vasos de cerâmica ou mesmo sarcófagos, havia uma estranha mistura de quitanda com açougue. Proteínas obtidas a partir do couro de animais e de sementes de cevada, gergelim e outras plantas eram essenciais para a produção das tintas que embelezavam o reino dos faraós, mostra uma pesquisa publicada na revista Science Advances no fim do mês passado.
Leia mais (09/05/2026 - 06h00)