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Livro de pesquisadores da UFPI reúne debates sobre sistema prisional, violência e racismo no Piauí

Livro de pesquisadores da UFPI reúne debates sobre sistema prisional, violência e racismo no Piauí

G1 — Brasil · 2026-09-08T09:52:49.000Z

Livro de pesquisadores da UFPI reúne debates sobre sistema prisional, violência e racismo no Piauí

Pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI) lançam, no dia 15 de setembro, o livro Segurança Pública à Brasileira: Necropolítica e Racismo de Estado, em Teresina. A obra reúne trabalhos baseados em pesquisas e estudos desenvolvidos no Piauí e em outros estados brasileiros.

O livro, que será apresentado no Auditório Noé Mendes, no Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL) da universidade, às 15h, está disponível gratuitamente.

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O evento também incluirá o lançamento e a apresentação de novas obras de pesquisadores do Núcleo de Pesquisas sobre Crianças, Adolescentes e Jovens (Nupec-UFPI) e do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Estado Democrático e Sociedade Contemporânea (Nepes-UFPI).

Entre os 15 capítulos da obra, os pesquisadores Larissa Sousa Mendes, Marcondes Brito da Costa e Jordão Gonçalves Santana abordam a centralidade do sistema prisional no Piauí. Já Carlito Lins, Tamires Eidelwein e Gabriel Eidelwein analisam a inclusão das mulheres na Polícia Militar do estado.

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Temas como desaparecimentos, homicídios e o uso político de cifras ocultas são discutidos em um capítulo assinado por Maria Romeiro e Marcondes Brito. Outro estudo, de autoria de Sacha Ventura e Joaquim Rodrigues, analisa o dispositivo de racialidade na mortalidade da juventude negra.

Os capítulos voltados à realidade piauiense incluem ainda uma análise do perfil sociológico de vítimas de linchamento, assinada por Luis Fellipe Siqueira e Natália Leal, e um estudo sobre a política antimanicomial no Piauí, desenvolvido por Ana Beatriz Damasceno.

"Este momento de socialização de novas obras proporciona um espaço de divulgação da produção científica e de diálogo entre pesquisadores, estudantes, professores e demais interessados", explicou o professor doutor Gabriel Eidelwein.

*Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Aric Lages.

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