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A carta aberta de ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal (STF) ao presidente da corte, a Edson Fachin, foi costurada ao longo do fim de semana e teve uma mobilização para localizar ex-colegas, alguns fora do Brasil.
G1 — Brasil · 2026-09-08T12:43:45.000Z
A carta aberta de ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal (STF) ao presidente da corte, a Edson Fachin, foi costurada ao longo do fim de semana e teve uma mobilização para localizar ex-colegas, alguns fora do Brasil.
O blog ouviu três signatários, que afirmaram estar "extremamente" preocupados com o impacto na confiança institucional do STF das revelações e também dos embates internos na corte.
Desde o meio da semana passada, ministros aposentados começaram a trocar ideias sobre o conteúdo.
Entre sexta (4) e sábado (5), houve uma força tarefa para localizar ministros e arredondar um texto enxuto, mas que fosse contundente.
Em carta a Fachin, ministros aposentados defendem 'imediata e rigorosa apuração'
Os pontos centrais acordados foram a necessidade de uma sessão plenária aberta, para evitar novas reuniões fechadas - como a que enterrou indícios levados pela PF acerca do ministro Dias Toffoli -, e a apuração ampla dos fatos por meio de inquérito.
Um dos signatários reconheceu ainda que há a preocupação com a sucessão no STF e o risco institucional da próxima presidência ser de Alexandre de Moraes antes de indícios que surgiram serem apurados.
Perguntados sobre nomes que não assinaram a carta, os signatários preferiram não se manifestar.
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