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Os 22 gols sofridos pelo Figueirense nas 19 rodadas da Série C mostram alguns padrões dos problemas defensivos apresentados pela equipe na competição. Levantamento do ge aponta que metade deles teve origem em reinícios de jogo, enquanto os…
ge — Futebol · 2026-09-08T18:00:00.000Z
Os 22 gols sofridos pelo Figueirense nas 19 rodadas da Série C mostram alguns padrões dos problemas defensivos apresentados pela equipe na competição. Levantamento do ge aponta que metade deles teve origem em reinícios de jogo, enquanto os cruzamentos, principalmente rasteiros e direcionados a jogadores em infiltração, também aparecem com frequência.
Figueirense 1 x 1 Guarani, pela Série C
Patrick Floriani / FFC
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Dos 22 gols, 11 começaram com a bola parada ou em uma reposição: cinco em cobranças de escanteio, três de falta, dois de pênalti e um de lateral. O número representa exatamente 50% de todos os gols sofridos pelo Alvinegro na competição.
Os cruzamentos com bola rolando aparecem na sequência. Seis gols, 27,3% do total, tiveram esse tipo de jogada como origem. Outros três nasceram em lançamentos em profundidade, enquanto dois tiveram características diferentes: uma jogada rasteira trabalhada pelo Maringá e um chute de fora da área marcado pelo Barra.
Como nasceram os 22 gols sofridos pelo Figueirense
Reinícios de jogo: 11 gols (50%)
Cruzamentos com bola rolando: 6 gols (27,3%)
Lançamentos em profundidade: 3 gols (13,6%)
Jogada rasteira trabalhada: 1 gol (4,5%)
Chute de fora da área: 1 gol (4,5%)
Bola parada e segunda bola
Melhores momentos - Figueirense 1 x 3 Maringá, pela Série C - Vídeo: SportyNet
Os escanteios foram o tipo de cobrança que mais castigou o Figueirense. Cinco gols começaram dessa maneira, diante de Maringá, Floresta, Brusque, duas vezes, e Ferroviária.
O problema nem sempre esteve na primeira disputa pelo alto. Em alguns dos lances, o Alvinegro conseguiu impedir a finalização inicial, mas não afastou o perigo na sequência.
Na derrota por 3 a 1 para o Maringá, por exemplo, uma cabeçada após escanteio acertou o travessão e o adversário marcou de voleio no rebote. Situação semelhante aconteceu em dois dos três gols do Brusque, com o Figueirense permitindo finalizações após sobras de cobranças de escanteio.
Brusque 3 x 1 Figueirense (12ª rodada da Série C) - Imagens: Sportynet
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Contra a Ferroviária, na 16ª rodada, um dos gols também aconteceu após uma segunda bola. A cobrança de falta rasteira passou pela barreira, o goleiro defendeu e, no rebote, um jogador adversário apareceu livre para completar.
Ao todo, cinco gols sofridos a partir de reinícios tiveram participação direta de rebotes ou segundas bolas.
Cruzamentos rasteiros também castigaram
Melhores Momentos - Anápolis 3 x 1 Figueirense pela 4ª rodada da Série C do Brasileiro
Com a bola rolando, outro padrão aparece. Dos seis gols iniciados em cruzamentos, apenas um terminou em uma cabeçada direta: o primeiro do Brusque na derrota alvinegra por 3 a 1. Nos outros cinco, o problema foi principalmente acompanhar a movimentação dos adversários dentro da área.
Contra Anápolis e Barra, cruzamentos rasteiros terminaram com jogadores infiltrando na pequena área ou no segundo poste. O Guarani marcou depois de uma bola enfiada pelo lado esquerdo e passe rasteiro para o atacante chegar batendo de primeira.
Melhores momentos: Figueirense 1 x 1 Guarani, 12ª rodada da Série C - Vídeo: SportyNet
O mesmo ocorreu nas rodadas finais. O gol do Caxias, na vitória do Figueirense por 2 a 1, começou em cruzamento rasteiro pela direita e terminou em uma sobra dentro da área. Já o Maranhão marcou no Orlando Scarpelli após cruzamento a meia altura e infiltração para completar com o pé.
Lançamentos exploraram defesa em três gols
Três gols sofridos tiveram como origem lançamentos longos, com os adversários explorando espaço e duelos contra a defesa alvinegra.
Melhores momentos de Figueirense 0 x 1 Itabaiana, pela Série C - Vídeo: SportyNet
Na segunda rodada, contra o Maringá, o atacante recebeu lançamento ainda do campo defensivo adversário, venceu a corrida contra a marcação, driblou Fabrício e marcou. O Itabaiana também conseguiu chegar ao gol após uma ligação direta do goleiro para o ataque.
Já contra o Paysandu, o lançamento encontrou o atacante em profundidade, e Igo Gabriel saiu da área para tentar cortar a jogada, mas acabou encoberto.
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