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Praias impróprias em AL: Maceió tem 7 dos 10 pontos; veja lista

Praias impróprias em AL: Maceió tem 7 dos 10 pontos; veja lista

G1 — Brasil · 2026-07-24T22:02:05.000Z

Praias impróprias em AL: Maceió tem 7 dos 10 pontos; veja lista

Dez trechos do litoral de Alagoas estão impróprios para banho, segundo o boletim de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), divulgados na terça-feira (21). Maceió concentra sete desses locais.

Também foram identificados dois pontos impróprios em Maragogi, no Litoral Norte, e um no Rio Niquim, na Barra de São Miguel, no Litoral Sul. Ao todo, o levantamento analisou 68 pontos entre os dias 20 e 21 de julho. Destes, 58 foram classificados como próprios para banho.

📍 Veja a lista de locais impróprios

Praia de Maceió

Praia da Avenida: na Avenida da Paz, em frente ao posto de combustíveis;

Praia da Pajuçara: no encontro da Avenida Dr. Antônio Gouveia com a Rua João Carneiro;

Praia da Pajuçara: em frente ao Restaurante Parmegiano;

Praia da Ponta Verde: na Avenida Silvio Carlos Viana, em frente à Corretora Márcio Raposo;

Praia da Ponta Verde: na Avenida Álvaro Otacílio, entre as ruas General Dr. João Saleiro Pitão e Dr. Rubens Canuto;

Praia da Jatiúca: em frente ao Hotel Maceió Atlantic;

Rio Pratagy: na ponte da AL-101 Norte.

Barra de São Miguel

Rio Niquim: cerca de 300 metros antes da foz.

Praia de Maragogi: em frente à foz do Rio Maragogi, na AL-101 Norte;

Praia de Maragogi: em frente à foz do Rio Persinunga.

🔬 Como é feita a classificação

A classificação considera a quantidade da bactéria Escherichia coli encontrada na água. Um trecho é considerado próprio quando, em pelo menos 80% das amostras recolhidas durante cinco semanas, o resultado não ultrapassa 800 bactérias por 100 mililitros de água.

O local também pode ser classificado como impróprio quando a amostra mais recente supera 2 mil bactérias por 100 mililitros.

⚠️ Recomendações aos banhistas

O IMA recomenda evitar áreas próximas a rios, canais e córregos, principalmente nas 24 horas seguintes às chuvas, quando aumenta o risco de contaminação. O órgão também orienta que a água do mar não seja ingerida e pede atenção redobrada com crianças.

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