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Caixa Econômica Federal
G1 — Brasil · 2026-09-10T11:37:08.000Z
Caixa Econômica Federal
Caixa Econômica Federal/Divulgação
Funcionários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil entram em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10). Na Caixa, a paralisação é nacional. No Banco do Brasil, a greve ocorre apenas nas bases sindicais que rejeitaram o acordo da categoria.
O g1 procurou o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e aguarda posicionamento.
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A nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) garante a correção dos salários pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais um aumento real de 0,6% nos próximos dois anos. O reajuste também vale para outras verbas, como vale-alimentação (VA), vale-refeição (VR), Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e auxílios.
Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, os trabalhadores de bancos privados e do Banco do Brasil aprovaram a proposta em assembleias. Na Caixa, os empregados rejeitaram a proposta de renovação da CCT.
Agora no g1
No Banco do Brasil, trabalhadores representados por 39 sindicatos aprovaram a CCT, entre eles os de São Paulo, Curitiba, Campo Grande, Niterói (RJ) e Jundiaí (SP). Outros 60 sindicatos, porém, rejeitaram o acordo, entre eles os de Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis. São essas bases que aderem à greve.
O g1 procurou os sindicatos dos bancários e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) para entender os principais motivos da rejeição da proposta por parte dos trabalhadores.
O que prevê a convenção coletiva
Além do reajuste acima da inflação, o texto da CCT inclui medidas de combate ao adoecimento mental e ao assédio, direito à desconexão fora do horário de trabalho e regras de transparência e limites para o monitoramento digital dos funcionários.
Outros pontos são a criação de um programa de qualificação e recolocação profissional e melhorias na indenização de trabalhadores de bancos privados demitidos em razão do fechamento de agências.