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Improviso e cumplicidade marcam peça de Daphne Bozaski e Gabriela Medvedovsky

O desconforto no diálogo com uma inteligência artificial raramente nasce da máquina. Ele surge quando percebemos que o absurdo da resposta reflete exatamente o que alimentamos nela. É nessa fresta que "Pergunte Alguma Coisa" se instala.…

Folha — Em Cima da Hora · 2026-09-10T14:00:00.000Z

O desconforto no diálogo com uma inteligência artificial raramente nasce da máquina. Ele surge quando percebemos que o absurdo da resposta reflete exatamente o que alimentamos nela. É nessa fresta que "Pergunte Alguma Coisa" se instala. Sem caminhar pelo alarmismo da ficção científica e das pregações sobre o avanço tecnológico, o texto de Gustavo Pinheiro prefere a intimidade das miudezas banais: o atraso corriqueiro, a carência disfarçada de dúvida prática e o impulso de desabafar com quem não julga simplesmente por não ser humano.

Leia mais (09/10/2026 - 11h00)

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