ITATIBA1

Vídeo: bebê ‘nasce dentro de bolha’ em parto raro em MT

Bebê nasce empelicado em hospital de Mato Grosso

G1 — Brasil · 2026-09-10T14:54:59.000Z

Bebê nasce empelicado em hospital de Mato Grosso

Um bebê nasceu ainda envolvido pela bolsa amniótica, em um parto empelicado, no Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. O nascimento, considerado incomum, foi registrado pela equipe da unidade e compartilhado nas redes sociais (Assista acima).

No parto empelicado, a bolsa que envolve o bebê durante a gestação permanece inteira no momento do nascimento. Em condições mais comuns, essa membrana se rompe antes ou durante o trabalho de parto. A bolsa amniótica contém o líquido que envolve o bebê durante a gestação e ajuda a protegê-lo de impactos, além de contribuir para o desenvolvimento fetal. Quando a membrana continua intacta durante o nascimento, o bebê pode ser visto ainda envolvido por ela, criando uma aparência diferente da observada em partos convencionais.

O procedimento exige atenção da equipe médica, que avalia as condições da mãe e do recém-nascido e realiza a retirada da membrana após o nascimento, quando necessário.

✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp

Registro surpreendeu equipe

O momento foi fotografado e registrado pelos profissionais do Hospital Nossa Senhora de Fátima. As imagens mostram o recém-nascido ainda dentro da bolsa amniótica, característica que tornou o nascimento especial para a equipe responsável pelo atendimento.

Embora possa acontecer tanto em partos vaginais quanto em cesarianas, o nascimento empelicado é mais associado a situações em que a bolsa não é rompida durante o procedimento.

A frequência exata do fenômeno não é consenso, mas estimativas frequentemente citadas apontam para cerca de um caso a cada 80 mil nascimentos, dependendo dos critérios utilizados para definir o parto empelicado.

Para os profissionais que acompanharam o nascimento em Sorriso, o episódio ficou marcado pela delicadeza e pela raridade.

Estimativas frequentemente apontam para cerca de um caso a cada 80 mil nascimentos

Leia no Itatiba1 →