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Voz do Setorista: São Paulo atrasa salários em carteira e não dá previsão de pagamento
ge — Futebol · 2026-09-11T07:00:01.000Z
Voz do Setorista: São Paulo atrasa salários em carteira e não dá previsão de pagamento
O elenco do São Paulo conversou na última quinta-feira sobre os diversos atrasos salariais do clube, que agora chegaram até os valores referentes à carteira de trabalho, como revelou o ge.
As lideranças do grupo explicaram como foram as conversas com a diretoria e firmaram um “pacto”, se colocando à disposição para ajudar financeiramente quem precisar. Os líderes também informaram que a diretoria avisou que não há previsão de pagamento da dívida.
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Atualmente, o São Paulo deve três meses de direitos de imagem – referente a junho, julho e agosto – e, agora, um mês de salários em carteira, que deveria ter sido pago no último dia 8 de setembro.
Time do São Paulo antes do jogo contra o Boca Juniors
Rubens Chiri / São Paulo FC
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O São Paulo também não vem honrando o acordo feito em fevereiro deste ano, já pela gestão de Harry Massis, de parcelamento dos direitos de imagem em atraso referentes a 2025. O clube dividiu o montante em dez parcelas, mas pagou somente cinco.
Pelas vitórias contra Red Bull Bragantino e Atlético-MG, porém, a direção pagou uma bonificação extra ao elenco ainda no vestiário do Morumbis, em espécie. Foi o chamado "bicho molhado", quantia paga pela direção e dividida entre os jogadores por resultados avaliados como importantes.
Fontes ligadas à alta cúpula são-paulina ouvidas pelo ge culpam a guerra política que o clube vive pela ausência de recursos financeiros para pagar os atrasados. Essa justificativa foi usada pela direção em conversa com os líderes de elenco.
Rafinha diz que São Paulo deve direitos de imagem aos jogadores
A principal justificativa dado internamente pela direção é que a oposição vem travando, no Conselho Deliberativo, a aprovação do contrato com a Ticketmaster, que já foi chancelado pelo Conselho de Administração no último dia 19 de agosto.
A proposta da Ticketmaster inclui a antecipação de R$ 110 milhões para o São Paulo em até 45 dias depois da assinatura, como um empréstimo. Esse valor será devolvido pelo clube à empresa em cinco anos, com taxa de juros seguindo o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) mais 1,99%.
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