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Quando o dirigível Conde Zeppelin cruzou o céu do Rio de Janeiro em 1930, Manuel Bandeira estava se afogando num poço de amargura. Na tentativa de melhorar o humor do amigo, Mário de Andrade escreveu: "Vai ver o zepelim, Manu!".
Folha — Cotidiano · 2026-09-11T13:00:00.000Z
Quando o dirigível Conde Zeppelin cruzou o céu do Rio de Janeiro em 1930, Manuel Bandeira estava se afogando num poço de amargura. Na tentativa de melhorar o humor do amigo, Mário de Andrade escreveu: "Vai ver o zepelim, Manu!".
Leia mais (09/11/2026 - 10h00)