ITATIBA1
Domínguez deve poupar contra o Fluminense? ge Atlético comenta
ge — Futebol · 2026-09-11T20:59:48.000Z
Domínguez deve poupar contra o Fluminense? ge Atlético comenta
O Atlético-MG é o terceiro time mais eficiente quando atua em casa desde o início do returno do Campeonato Brasileiro, com um gol a cada 6,4 tentativas. Rival do Galo neste sábado, o Fluminense empatou os três jogos que fez como visitante no segundo turno sempre levando ao menos um gol, o que o colocou com a quarta menor resistência fora de casa: um gol sofrido a cada 9,4 conclusões contrárias.
Se o Tricolor carioca tem problemas defensivos quando atua como visitante no returno, o seu ataque costuma funcionar. O Flu tem a quarta melhor eficiência ofensiva com um gol a cada 6,2 tentativas. Isso é importante porque o Atlético é pouco combativo no segundo turno, com a segunda menor marca (24,0 por jogo), com a menor média de desarmes (11,2) e a 12ª média de faltas (12,8). Ainda assim, o Galo está com a terceira maior resistência defensiva como mandante, com um gol sofrido a cada 19,0 conclusões contrárias, com média de 9,5 finalizações sofridas por jogo em casa no returno.
Favoritismos apresenta o potencial que cada time carrega no Brasileirão 2026 comparando o desempenho nos últimos 60 dias como mandante ou visitante em todas as competições e nos últimos seis jogos, independentemente do mando. Também são consideradas as performances defensiva e ofensiva das equipes no jogo aéreo e no rasteiro. Os cálculos referentes à influência de bolas altas e de troca de passes rasteiros entre gols marcados e sofridos só consideram as características dos gols marcados em jogadas. Gols olímpicos, cobranças de pênaltis e de faltas diretas não contam para determinar a influência aérea ou rasteira por serem cobranças feitas diretamente para o gol.
Apresentamos as probabilidades estatísticas baseadas nos parâmetros do modelo de "Gols Esperados" ou "Expectativa de Gols" (xG), uma métrica consolidada na análise de dados que tem como referência 126.932 finalizações cadastradas pelo Gato Mestre em 5.128 jogos de Brasileirões desde a edição de 2013. Consideramos a distância e o ângulo da finalização, se foi feita em casa ou como visitante, além de características relacionadas à origem da jogada (por exemplo, se veio de um cruzamento, falta direta ou de uma roubada de bola), a parte do corpo utilizada, se a conclusão foi feita de primeira, a diferença de valor mercado das equipes em cada temporada, o tempo de jogo e a diferença no placar no momento de cada finalização.
O desempenho de um jogador é comparado com a média para a posição dele, seja atacante, meia, volante, lateral ou zagueiro, e consideramos o que se esperava da finalização se feita com o "pé bom" (o direito para os destros, o esquerdo para os canhotos) e para o "pé ruim" (o oposto). Foram identificados os ambidestros, que chutam aproximadamente o mesmo número de vezes com cada pé.
De cada cem finalizações da meia-lua, por exemplo, apenas sete viram gol. Então, uma finalização da meia-lua tem expectativa de gol (xG) de cerca de 0,07. Cada posição do campo tem uma expectativa diferente de uma finalização virar gol, que cresce se for um contra-ataque por haver menos adversários para evitar a conclusão da jogada. Cada pontuação é somada ao longo da partida para se chegar ao xG total de uma equipe em cada jogo.
Saiba como são feitos os cálculos para as matérias de chances do ge
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.