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O tempo não existe. A máxima de Mário Peixoto pode até soar bem como um postulado metafísico de sua arte , mas cai por terra quando o assunto é a sua própria preservação. "Limite", o único filme que o artista concluiu em vida , aos 22…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-09-12T07:00:00.000Z
O tempo não existe. A máxima de Mário Peixoto pode até soar bem como um postulado metafísico de sua arte , mas cai por terra quando o assunto é a sua própria preservação. "Limite", o único filme que o artista concluiu em vida , aos 22 anos, eleito em diferentes ocasiões como o melhor longa brasileiro já feito , esteve mais de uma vez à beira não só do esquecimento, mas também do sumiço.
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