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Juliano Botelho, vereador de Mogi das Cruzes
G1 — Brasil · 2026-07-25T14:03:32.000Z
Juliano Botelho, vereador de Mogi das Cruzes
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) negou o pedido de recurso do vereador de Mogi das Cruzes, Juliano Malaquias Botelho (PL), contra a decisão que cassou o político após decisão que reconheceu fraude à cota de gênero do Partido Socialista Brasileiro (PSB) nas eleições de 2024 da cidade. Documento foi publicado nesta sexta-feira (24).
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O g1 procurou a defesa de Juliano Botelho, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
O tribunal também não considerou o pedido de efeito suspensivo feito pela defesa do vereador. Dessa forma, o TRE entende que a decisão de cassação deve ser cumprida, afastando o parlamentar do cargo.
Após o reprocessamento dos votos, José Maurício da Silva (Solidariedade), o 'Fio da Vila Jóia', passou a ser considerado eleito. O TRE-SP não divulgou a data da diplomação até a última atualização desta reportagem.
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Relembre o caso
Juliano teve o mandato cassado em 16 de abril. Segundo a denúncia, o partido registrou uma candidatura fictícia, conhecida como "laranja", para cumprir a exigência legal de 30% de mulheres.
🔎 Candidatura laranja ocorre quando um partido registra uma candidatura de fachada, sem intenção real de disputa, para cumprir a cota mínima de 30% de mulheres ou desviar recursos do Fundo Eleitoral. Essas candidaturas costumam ter poucos ou nenhum voto e não realizam campanha.
Neste caso, a candidatura foi de Talita Pereira, que teve apenas dois votos em 2024. A decisão tornou a candidata inelegível por oito anos.