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Da esquerda para a direita: presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, e presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un.
G1 — Mundo · 2026-09-16T10:47:45.000Z
Da esquerda para a direita: presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, e presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un.
Mark Schiefelbein/AP/Annabelle Gordon/REUTERS/KCNA
O Ministério da Defesa da Coreia do Norte condenou nesta quarta-feira (16) um acordo entre Estados Unidos e Coreia do Sul para ampliar o compartilhamento de informações e os exercícios militares conjuntos. O pacto de resposta a possíveis ataques com armas de destruição em massa firmado pelas duas nações é uma “declaração explícita de confronto”, de acordo com Pyongyan.
Segundo o governo norte-coreano, o acordo pressupõe o uso de armas nucleares, biológicas e químicas contra a Coreia do Norte em uma eventual crise na Península Coreana. Para Pyongyang, a medida aumenta o risco de emprego de armas de destruição em massa na região.
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Autoridades de defesa dos EUA e da Coreia do Sul se reuniram em Seul na semana passada para discutir formas de responder às ameaças representadas pelo programa nuclear norte-coreano.
A reunião foi conduzida por Woo Kyung-suk, diretor-geral do departamento de planejamento de políticas do Ministério da Defesa sul-coreano, e Jason Hamm, vice-secretário-assistente de Defesa dos EUA para políticas de dissuasão nuclear.
Segundo os governos, os programas bélicos da Coreia do Norte contribuem para a instabilidade na Península Coreana e em outras partes da região. EUA e Coreia do Sul concordaram ainda em manter a cooperação para responder a ameaças biológicas, incluindo doenças infecciosas como a Covid-19.
Pyongyang rejeita os apelos para abandonar seu arsenal nuclear.
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