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Marinheiro é preso em Belém, suspeito de estupro de vulnerável e agressão contra o enteado de 7 anos

Marinheiro foi preso preventivamente pela Polícia Civil nesta quarta-feira (16).

G1 — Brasil · 2026-09-16T21:12:31.000Z

Marinheiro foi preso preventivamente pela Polícia Civil nesta quarta-feira (16).

Um marinheiro do Serviço Militar Voluntário foi preso preventivamente pela Polícia Civil nesta quarta-feira (16), em Belém, suspeito de estupro de vulnerável e lesão corporal contra o enteado, um menino de 7 anos.

Os crimes teriam ocorrido no município de Muaná, no Arquipélago do Marajó.

A investigação teve início após o pai biológico da criança procurar a delegacia de Muaná.

Segundo a Polícia Civil, ele relatou que, enquanto dava banho no filho, notou diversas marcas e hematomas nas pernas e coxas do menino.

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Ao ser questionado pelo pai, o garoto revelou que havia sido agredido pelo padrasto. O pai registrou as lesões em fotos, que foram anexadas ao inquérito policial. Um exame de corpo de delito confirmou a agressão física.

Na ocasião, a mãe da criança chegou a confirmar ao pai do menino que o filho havia sido agredido com um cinto.

Além da violência física, a criança relatou em depoimento que o padrasto costumava tocar e apertar suas partes íntimas, o que lhe causava dor e medo.

A Polícia Civil informou que a mãe do menino também foi indiciada pelos mesmos crimes cometidos pelo companheiro (lesão corporal e estupro de vulnerável), mas na modalidade omissiva.

Segundo as investigações, ficou comprovado que ela tinha conhecimento das agressões e dos abusos sofridos pelo filho, mas não tomou atitudes para protegê-lo ou denunciar o companheiro.

A criança foi submetida a atendimento médico e está recebendo acompanhamento psicossocial. O marinheiro preso foi encaminhado para as autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça.

Em nota, a Marinha do Brasil informou que repudia veementemente qualquer conduta que atente contra os preceitos éticos e as leis vigentes. O órgão acompanha o processo judicial e adotará as medidas cabíveis, incluindo a abertura de um procedimento interno para desligar o marinheiro de seus quadros.

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