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A Libertadores não abandona o Fluminense!
ge — Futebol · 2026-09-17T19:49:53.000Z
A Libertadores não abandona o Fluminense!
A investigação sobre volume de apostas em cartão amarelo em uma partida do meia Lucho Acosta, do Fluminense, entrou na reta final. O prazo de 60 dias de punibilidade para definir se o jogador será denunciado ou não se extingue no próximo domingo (20). Até o momento, a tendência é de não haver denúncia com o arquivamento do caso.
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Nesses quase dois meses, Lucho teve uma rotina de reuniões e depoimentos durante a investigação, com a atenção especial dos advogados do clube. O Fluminense se debruçou na situação para dar apoio ao atleta, com receio de uma possível queda de rendimento por conta do processo burocrático em momento importante da temporada. Além disso, o meia renovou contrato recentemente.
Lucho Acosta recebeu cartão amarelo em confusão no jogo entre Fluminense e Bragantino
Apesar do prazo de punibilidade estar próximo do fim, Fluminense e jogador se mantêm alertas com o caso. Pois o período de 60 dias pode ser prorrogado caso apareçam novos fatos. Um exemplo mais notório é recente, o caso do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, que foi alvo de alertas sobre movimentações incomuns de apostas em novembro de 2023.
Na ocasião, em 2023, o STJD arquivou o caso. Em desdobramentos da investigação, porém, nove meses depois, o atacante foi alvo de uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público, o que fez com que a Procuradoria do STJD reabrisse o caso, já que o arquivamento não impediu o tribunal desportivo de fazer outra análise com a aparição de novos elementos.
Lucho Acosta, do Fluminense, comemora gol contra o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro.
Um cartão amarelo de Lucho Acosta, no empate com o Bragantino por 1 a 1, no dia 17 de julho, no Maracanã, pela 19ª rodada do Brasileirão, gerou um alerta de manipulação em casas de apostas. O relatório chegou à CBF dias depois, que abriu investigação e notificou o Fluminense.
Naquele momento, Acosta negou envolvimento em qualquer irregularidade, versão que segue durante o processo de investigação.
A casa de apostas Stake reportou um volume anormal de entradas na punição para Acosta na partida contra o Bragantino e avisou à Sportradar, empresa contratada pela Fifa que monitora o Brasileirão. Acosta levou o cartão amarelo aos 47 minutos do segundo tempo, no início de uma confusão generalizada que interrompeu o jogo por cinco minutos.
A confusão começou quando Lucas Barbosa, do Bragantino, sofreu falta de Canobbio no meio-campo e deu uma trombada no jogador tricolor. Acosta, que estava distante, correu na direção do lance e empurrou Lucas Barbosa. Na sequência, o meia argentino foi empurrado por Gustavo Marques e Alix Vinícius. E revidou empurrando Gustavo Marques.
Na súmula do jogo, o árbitro Davi de Oliveira Lacerda descreveu da seguinte forma o motivo do cartão amarelo de Acosta: "Atuar de maneira a mostrar desrespeito ao jogo. Por empurrar seu adversário de maneira temerária fora da disputa de bola".
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