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Homem é condenado à prisão por agredir e causar morte de idoso com cabo de vassoura em Penápolis

Homem acusado de agredir idoso de 72 anos até a morte vai a júri em Penápolis

G1 — Brasil · 2026-09-17T20:12:36.000Z

Homem acusado de agredir idoso de 72 anos até a morte vai a júri em Penápolis

O homem acusado de agredir e causar a morte de José Sorroche Vieira, à época com 72 anos, após uma discussão motivada por um desentendimento no trânsito, em Penápolis (SP), foi condenado a oito anos e quatro meses de reclusão em regime inicialmente fechado.

O júri popular ocorreu nesta quinta-feira (17) no Fórum da cidade. Rafael de Souza Nogueira, de 42 anos, foi condenado por lesão corporal seguida de morte. Cabe recurso. Procurada pela TV TEM, a defesa dele informou que irá recorrer.

Além do réu, o júri teve o depoimento de seis testemunhas, entre elas a irmã da vítima, o dono da garagem de veículos onde ocorreram as agressões, uma testemunha presencial, o investigador do caso e a esposa de Rafael. O Tribunal do Júri desclassificou o crime de homicídio.

José Sorroche Vieira morreu ao ser agredido com cabo de vassoura em Penápolis (SP)

O crime ocorreu no dia 14 de março de 2025, no bairro Mário Sabino, em Penápolis. De acordo com a apuração da TV TEM, a discussão começou depois que a vítima, que tinha dificuldades de locomoção, se assustou e se irritou ao ver Rafael acelerar a motocicleta próximo a ela na rua.

Depois da confusão, o idoso foi até uma garagem de veículos e se sentou em uma cadeira na calçada. O agressor seguiu até o local, onde iniciou uma nova discussão com a vítima.

José Sorroche Vieira morreu ao ser agredido com cabo de vassoura em Penápolis (SP)

Durante o confronto, José foi atingido por golpes de cabo de vassoura, empurrado e caiu no chão. Com a queda, a vítima sofreu fratura no rosto e traumatismo craniano grave.

O idoso foi socorrido no Pronto-Socorro de Penápolis e, posteriormente, transferido para a Santa Casa de Araçatuba (SP). O óbito do idoso foi confirmado na madrugada do dia 16 de março de 2025.

Ainda segundo a polícia, o réu já tinha histórico criminal por outros delitos, incluindo registros anteriores por lesão corporal. Rafael aguardava o julgamento preso em São José do Rio Preto (SP).

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