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Homem que matou colega em discussão por pedaço de carne tem prisão preventiva decretada para garantia da ordem pública

Faca utilizada no crime foi apreendida

G1 — Brasil · 2026-09-18T08:00:01.000Z

Faca utilizada no crime foi apreendida

A Justiça converteu em prisão preventiva a detenção de Jackson Pereira Lisboa, preso em flagrante por suspeita de matar um colega de trabalho por causa de um pedaço de carne, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada no dia 7 de setembro.

Ao determinar a prisão preventiva, o juiz entendeu que a medida é necessária para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal. Ele considerou a gravidade do crime e avaliou que medidas cautelares alternativas à prisão seriam insuficientes no caso ocorrido no dia 6 de setembro.

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Na audiência de custódia, o Ministério Público pediu a conversão da prisão em flagrante em preventiva. Já a Defensoria Pública solicitou liberdade provisória com aplicação de medidas cautelares, pedido que foi negado.

Segundo o processo, Jackson é investigado por homicídio qualificado. De acordo com o boletim de ocorrência citado na decisão judicial, ele teria atacado a vítima, Adelson Pereira de Araújo, com várias facadas após uma discussão ocorrida durante o jantar em um alojamento de trabalhadores.

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Ainda conforme a decisão, o desentendimento teria começado depois que a vítima, Adelson Pereira de Araújo, retirou um pedaço de carne da marmita do suspeito e fez uma brincadeira com a situação. O juiz destacou que não houve provocação grave que justificasse a agressão.

A decisão relata que a vítima foi atingida com golpes de faca em regiões vitais do corpo, como tórax e abdômen, sofrendo ferimentos que resultaram na morte.

Elevado grau de agressividade

O magistrado também afirmou que o suspeito demonstrou um grau elevado de agressividade durante o ataque e que foi necessário que outros trabalhadores interviessem para contê-lo e retirar a arma usada no crime. Segundo a decisão, houve dificuldade para imobilizá-lo até a chegada da polícia.

O caso seguirá para a vara responsável pelo processo criminal.

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