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VÍDEO: câmera corporal de policial registra troca de tiros entre agentes e criminoso nos EUA

Imagens de câmera corporal de policial mostram troca de tiros nos EUA

G1 — Brasil · 2026-09-18T14:28:13.000Z

Imagens de câmera corporal de policial mostram troca de tiros nos EUA

Imagens da câmera corporal de um policial de Minneapolis, divulgadas nesta quarta-feira (16), registraram os momentos tensos vividos por agentes da cidade dos Estados Unidos durante uma troca de tiros há duas semanas.

O vídeo mostra quando um grupo de policiais chega, pelas escadas de um prédio, até o andar onde a ocorrência estava acontecendo. No momento em que um deles encontra uma das vítimas, que não é captada pelo equipamento, o criminoso aparece com uma arma na mão, o agente é baleado e os outros voltam para a escada para se refugiar.

O policial que fez as imagens divulgadas pela Departamento de Polícia de Minneapolis também foi atingido ao tentar confrontar o homem, que morava no local e aterrizou os moradores, que aparecem desesperados em ligações feitas para as autoridades.

Imagem capturada pela câmera corporal de um policial durante troca de tiros com criminoso

City of Minneapolis via AP

O tiroteio começou quando o criminoso, identificado como Carlton Johnson, atirou e feriu uma mulher que se acredita ser a mãe de seu filho, segundo Drew Evans, superintendente do Departamento de Investigação Criminal de Minnesota. A criança não ficou ferida.

No registro da ligação dela para o 911, a mulher, que não teve o nome divulgado, disse à atendente que havia acabado de levar um tiro nas pernas e não conseguia se mexer.

Johnson matou dois de seus vizinhos e feriu outras cinco pessoas — dois policiais, a ex-namorada e dois funcionários do prédio — antes de ser morto a tiros pela polícia.

Os proprietários do prédio estavam tentando despejar Johnson. Ele havia ameaçado seus vizinhos e avisado que planejava atirar nas pessoas, de acordo com moradores do prédio, documentos judiciais e autoridades policiais.

Pelo menos uma pessoa havia solicitado uma ordem de restrição contra ele. A polícia o investigou em junho por porte de arma, mas o Ministério Público decidiu não apresentar queixa.

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