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É como se os corpos estivessem carregados de eletricidade. Sobre o palco, eles dão piruetas, fazem acrobacias e saltam de um lado para o outro. A lentidão com que o suor escorre pela testa dos artistas contrasta com o movimento frenético…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-09-19T07:00:00.000Z
É como se os corpos estivessem carregados de eletricidade. Sobre o palco, eles dão piruetas, fazem acrobacias e saltam de um lado para o outro. A lentidão com que o suor escorre pela testa dos artistas contrasta com o movimento frenético de pés, mãos e quadris. É uma coreografia tão febril e convulsiva quanto o rock oitentista que ressoa pelo cenário.
Leia mais (09/19/2026 - 04h00)