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Afinal, quem guarda os guardiões? Esta pergunta retórica filosófica com 2000 anos ganha atualidade no Brasil de hoje, perante umas eleições renhidas e uma crise institucional nunca vista na Justiça.
Folha — Poder · 2026-09-20T11:30:00.000Z
Afinal, quem guarda os guardiões? Esta pergunta retórica filosófica com 2000 anos ganha atualidade no Brasil de hoje, perante umas eleições renhidas e uma crise institucional nunca vista na Justiça.
Leia mais (09/20/2026 - 08h30)