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Criança de 3 anos encontra arma do tio policial sobre a cama e atira no próprio braço em Guarapari

Delegacia Regional de Guarapari, no Espírito Santo.

G1 — Brasil · 2026-09-20T18:59:09.000Z

Delegacia Regional de Guarapari, no Espírito Santo.

Uma criança de três anos ficou ferida após ter acesso à arma de fogo do tio, um policial militar, e disparar acidentalmente contra o próprio braço, neste sábado (19), em uma residência no bairro Jabaraí, em Guarapari.

Segundo a Polícia Militar, a criança foi levada pelos próprios familiares para uma unidade hospitalar da cidade. Ela recebeu atendimento médico e teve alta.

O policial, de 29 anos, havia saído de Vila Velha, na Grande Vitória, e ido para a casa da irmã, em Guarapari.

Ele se preparava para ir a uma festa na cidade e, enquanto tomava banho, deixou a pistola institucional sobre a cama, coberta por uma toalha. A porta do quarto estava fechada, mas não trancada.

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Pouco antes do acidente, a irmã, o cunhado e o sobrinho do militar chegaram à residência e não fizeram contato com o policial no banho. A criança teria então entrado no quarto, encontrado a arma e efetuado um disparo acidental. O tiro atingiu o braço esquerdo do menino.

Ao ouvir o disparo, o policial saiu imediatamente do banheiro. A família levou a criança para o hospital. Já na unidade de saúde, o militar entrou em contato com o subcomandante da companhia e comunicou o ocorrido.

O policial entregou voluntariamente a arma aos militares que atenderam a ocorrência. A pistola, o carregador e a munição foram apreendidos.

Militar foi levado para a delegacia

Após o atendimento no hospital, os envolvidos foram encaminhados à Delegacia Regional de Guarapari.

Segundo a Polícia Civil, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra o militar por omissão de cautela na guarda de arma de fogo, prevista no artigo 13 da Lei nº 10.826/2003.

O policial assumiu o compromisso de comparecer em juízo e foi liberado.

A Polícia Militar informou que também vai apurar administrativamente as circunstâncias do caso, inclusive a forma como a arma institucional foi guardada e como a criança conseguiu ter acesso ao armamento.

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