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Cinco cidades da Baixada Santista registram 55 colisões contra postes no primeiro semestre de 2026 - Foto ilustrativa
G1 — Brasil · 2026-09-22T12:21:01.000Z
Cinco cidades da Baixada Santista registram 55 colisões contra postes no primeiro semestre de 2026 - Foto ilustrativa
Marcela Ferreita/A Tribuna Online
Cinco cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, registraram 55 colisões contra postes no 1º semestre de 2026, sete a menos que no mesmo período de 2025. O balanço mostra redução em São Vicente, Praia Grande e Cubatão e estabilidade em Santos. Guarujá chama atenção pelo aumento das ocorrências.
Segundo a CPFL Piratininga, de janeiro a julho deste ano, São Vicente registrou a maior queda. Houve uma redução de 50%, passando de 20 ocorrências em 2025 para 10 neste ano. Já Santos manteve 23 casos nos dois períodos.
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Em Praia Grande, as ocorrências caíram de 11 para nove, uma redução de 18,2%. Segundo os dados, em Cubatão, os casos passaram de oito para sete, uma queda de 12,5%. Já em Guarujá, nas áreas atendidas pela concessionária, o número passou de nenhuma ocorrência no primeiro semestre de 2025 para seis registros no mesmo período deste ano.
Agora no g1
Veja o ranking regional:
Santos - 23 ocorrências
São Vicente - 10 ocorrências
Praia Grande - 9 ocorrências
Cubatão - 7 ocorrências
Guarujá - 6 ocorrências
Os números chamam atenção para um tipo de acidente que pode trazer consequências que vão além dos danos materiais. Dependendo da gravidade da colisão, postes, cabos e outros componentes da rede podem ser comprometidos, ampliando os riscos para motoristas, passageiros, pedestres e moradores próximos, além da possibilidade de interrupções no fornecimento de energia.
Impactos e custos
Segundo a CPFL, as colisões contra postes estão entre as ocorrências mais críticas para a rede elétrica, pois podem exigir reparos complexos.
O atendimento ocorre em duas etapas: inicialmente, as equipes de Operação isolam os circuitos e trabalham para restabelecer a energia ao maior número possível de clientes. Em seguida, as equipes de Obras e Manutenção realizam a substituição do poste e a reconstrução do trecho danificado.
Conforme a gravidade da ocorrência, o trabalho pode demandar mais tempo, especialmente quando é necessário aguardar a perícia policial e a remoção do veículo. Quando há identificação do responsável legal pelo acidente, o condutor pode ser responsabilizado pelos custos de reposição do poste, que variam de R$ 3 mil a R$ 14 mil, conforme os equipamentos instalados.
O que fazer?
Em caso de queda de cabos, permaneça dentro do veículo e acione a CPFL pelo 0800 010 2579 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Não toque no veículo, no poste ou nos cabos caídos.
Se houver necessidade extrema de sair do veículo, faça isso sem encostar na lataria, saltando ou arrastando os pés juntos.
Pedestres devem manter distância e jamais tentar afastar fios partidos.
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