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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (24) que "não cabe representação de miliciano" no Palácio do Planalto.
G1 — Brasil · 2026-09-24T16:52:58.000Z
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (24) que "não cabe representação de miliciano" no Palácio do Planalto.
"Eu queria dizer primeiro dizer pra vocês que da mesma forma que o Brasil não cabe no quintal de ninguém, no Palácio do Planalto não cabe a representação de miliciano lá dentro. É importante ter claro o que está em jogo no dia 4 de outubro", afirmou o petista.
Lula deu a declaração durante ato de campanha em São Gonçalo (RJ), acompanhado do candidato ao governo do estado Eduardo Paes (PSD). Ele iniciou o discurso repetindo a fala sobre soberania que integrou seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) nessa terça-feira (22).
Na ocasão, o presidente afirmou que o Brasil "não cabe no quintal de ninguém", em uma referência a investidas do governo dos Estados Unidos, chefiado por Donald Trump, com sanções econômicas e a inclusão de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas internacionais.
Sem citar nomes em seu discurso, o petista fez críticas à direita, e pediu que apoiadores votem, além dele, em candidatos da base aliada para cargos no Congresso.
"A gente não pode permitir que a direita faça maioria no Senado. Senão eles vão transformar esse país em um inferno. É importante vocês saberem disso", afirmou.
Ele pediu, então, que o voto seja direcionado para pessoas que irão permitir que ele governe um quarto mandato.
"Essa gente de dia beija a bandeira do Brasil, e de noite a bandeira americana. Quer entregar nossas riquezas, queriam privatizar praias para resort de luxo. O que está em jogo é a democracia ou a barbárie".
O presidente do Brasil e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, discursa durante uma cerimônia para anunciar investimentos em segurança na sede da Polícia Rodoviária Federal, no Rio de Janeiro, Brasil, em 18 de setembro de 2026
Mauro Pimentel / AFP
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