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NFL no Rio: estreante em LA 2028, flag football impulsiona inclusão de mulheres no esporte

Primeira Descida vê Bears melhor em 2026, mas com tabela mais difícil

ge — Futebol · 2026-09-24T19:37:35.000Z

Primeira Descida vê Bears melhor em 2026, mas com tabela mais difícil

Novidade dos Jogos de Los Angeles 2028, o flag football ficou na vitrine depois da inclusão da modalidade nas Olimpíadas. A versão do futebol americano disputada com menos impacto foi tema de debate sobre mulheres no esporte promovido nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, pela NFL, a Fundação "NO MORE" e a Comissão de Direito Desportivo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ).

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- O flag football é uma porta de entrada para mulheres e as aproxima do futebol americano e do esporte. Várias já chegam pensando em representar o Brasil. A NFL ter embaixadoras ajuda muito nessa inspiração, para mostrar caminhos já desbravados e que é possível - contou Gabriela Bankhardt, embaixadora da NFL Flag e atleta da seleção brasileira.

Medalhistas olímpicas, autoridades políticas e lideranças do mundo corporativo debateram no evento "O impacto das mulheres no esporte" como a inclusão delas pode contribuir na geração de influência social e liderança em diferentes áreas de atuação.

Mesa de palestra do evento "NFL & NO MORE: o impacto das mulheres no esporte"

- Meus primeiros ídolos foram homens porque o esporte masculino tinha mais investimento e destaque. Só depois comecei a ver mulheres, que me inspiraram. Para mim, é muito importante não esquecer quem plantou lá atrás para que avançássemos hoje no esporte, como Isabel Salgado. São gerações diferentes, mas, no fundo, nossas histórias se cruzam - relembrou a bicampeã olímpica de vôlei e comentarista do Grupo Globo Fabi Alvim.

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Fabi Alvim, participa como palestrante do "NFL & NO MORE: o impacto das mulheres no esporte"

A NFL e a "NO MORE" há mais de uma década trabalham juntas na prevenção à violência contra mulheres e na promoção de mudanças culturais duradouras sob liderança feminina em diferentes áreas de atuação. O evento desta quinta-feira faz parte das ações sociais e de conscientização da liga durante a semana do Rio Game entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens.

- O esporte é tão massivo e vai tão além do entretenimento, que temos a obrigação de usá-lo para trazer junto a esse evento que é o NFL Rio Game debates sobre o respeito à mulher. Se as mulheres não avançam, esporte e sociedade não avançam. Precisamos fazer esse trabalho para as próximas gerações - afirmou Marissa Solis, vice-presidente sênior de marketing global de marcas e consumidores da NFL.

- Quando falamos de grandes eventos esportivos, pensamos muitas vezes nos estádios, na infraestrutura, no impacto econômico, mas penso antes no trabalho que foi criado com a NFL para atualização da política de conduta pessoal e a instituir formação obrigatória sobre violência doméstica e agressão sexual para todas as pessoas na própria liga - disse Jane Randel, fundadora da "NO MORE".

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Depois do primeiro jogo oficial da NFL no Rio de Janeiro, o Brasil continuará no mapa dos grandes eventos esportivos. E o próximo será de protagonismo das mulheres, com Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027, que pode inspirar uma nova geração de meninas.

- Mulheres querem fazer parte do esporte para socializar, como forma de liberdade, saúde, bem estar. Em toda cidade que vou, pergunto se tem uma escola com quadra, se tem um time feminino, se as meninas praticam esporte. Isso tudo faz parte de um esforço no dia a dia para incluir e dar às mulheres o que é direito delas - afirmou a Ministra das Mulheres Márcia Lopes.

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