ITATIBA1
DNA de máscara descartada ajuda a identificar estuprador
G1 — Brasil · 2026-09-25T20:41:56.000Z
DNA de máscara descartada ajuda a identificar estuprador
Um homem foi condenado a 55 anos, 10 meses e 25 dias de prisão por estuprar e engravidar a própria filha em Marialva, no norte do Paraná. Segundo o Ministério Público (MP-PR), na época do abuso, a vítima tinha 13 anos. Após o nascimento da criança, um exame de DNA confirmou a paternidade.
Conforme o promotor do MP Ricardo Barison, o caso foi denunciado pelo Conselho Tutelar. As investigações começaram quando a jovem ficou grávida, no ano passado. O pai da menina era o principal suspeito por ser o único que morava com a vítima.
O nome do condenado não foi divulgado para preservar a identidade da vítima. Conforme o promotor, a menina não foi chamada para depoimento durante a investigação, para que o pai não desconfiasse e fugisse da cidade.
✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp
Em uma consulta durante a gestação, o investigado acompanhou a vítima ao hospital. Diante da suspeita, talheres e uma máscara facial que o homem descartou foram coletados pela Polícia Científica para análise do material genético.
Com o nascimento da criança, o material do suspeito foi cruzado com o do recém-nascido, e a paternidade foi confirmada. O homem foi preso após a conclusão do laudo.
O recém-nascido foi levado para adoção depois da entrega voluntária, e a vítima foi morar com a mãe em outro estado.
Além da sentença, a Justiça determinou que o acusado pague R$ 30 mil à vítima pela reparação mínima pelos danos causados.
Foragidos: Casal suspeito de matar americano no Paraná usou dinheiro da vítima para fazer compras
Investigação: Avô é preso suspeito de estuprar as próprias netas crianças enquanto elas ficavam na casa dele
VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná
Leia mais notícias em g1 Norte e Noroeste.