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Em MG, Renan Santos defende reforma da Previdência e concessões de rodovias

Candidato à Presidência da República Renan Santos visitou o Mercado Municipal de Uberaba.

G1 — Brasil · 2026-09-25T23:06:39.000Z

Candidato à Presidência da República Renan Santos visitou o Mercado Municipal de Uberaba.

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou que fará uma reforma da Previdência e adotará o modelo de concessões para rodovias brasileiras durante visita a Uberaba, no Triângulo Mineiro, na tarde desta sexta-feira (25).

"Vai ter que reformar. Eu já estou avisando para todo mundo que o candidato que falar que não vai reformar a Previdência estará mentindo e vai enganar você. Vão votar achando que vai fazer uma coisa e ele vai entregar outra. Precisamos começar a fazer uma reforma paramétrica nos servidores públicos, especialmente federais, militares e ligados ao judiciário", disse.

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No Mercado Municipal, ele também afirmou que pretende ampliar as concessões de rodovias.

"É o melhor modelo que tem. Você tem que combinar investimento público com o investimento privado. Hoje, a maior parte do investimento em infraestrutura no Brasil pode ser privado. O modelo de concessões é funcional. Naturalmente, você tem que ter meios regulatórios claros para não ter malandragens".

Renan Santos defendeu a adoção de um prontuário eletrônico único no Sistema Único de Saúde (SUS), em que o paciente poderá acompanhar todo o tratamento. Ele também propôs acabar com a fila por ordem de chegada e dar prioridade aos casos mais graves.

"Vamos fazer um prontuário único eletrônico que o paciente vai poder acompanhar pela internet ou aplicativo toda a sua trajetória. Isso vai fazer com que a fila de exame seja racionalizada. Uma pessoa que tem uma doença mais grave vai passar na frente. Uma pessoa que tem uma doença incapacitante que não pode voltar a trabalhar também passará na frente".

O candidato também falou sobre mudanças no ensino superior. Segundo ele, é preciso acabar com a autonomia universitária.

"Hoje a gente não pode entregar para os diretores das universidades a capacidade de escolher quais cursos vão ter prioridade e o Brasil não participar dessas escolhas. Se o Brasil está pagando a conta, nós temos que escolher o que que vai ser ensinado", finalizou.

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