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Imagine que você sempre tenha viajado de classe econômica e se case com alguém que prefere e pode pagar por voos de executiva. Nas primeiras viagens, a solução parece simples: essa pessoa paga a diferença. Você ganha conforto sem gastar…
Folha — Em Cima da Hora · 2026-09-26T21:00:00.000Z
Imagine que você sempre tenha viajado de classe econômica e se case com alguém que prefere e pode pagar por voos de executiva. Nas primeiras viagens, a solução parece simples: essa pessoa paga a diferença. Você ganha conforto sem gastar mais e ela mantém o padrão a que está acostumada. Parece um arranjo perfeito. Mas o que acontece quando essa mesma lógica começa a definir a casa, o carro, a escola dos filhos e praticamente toda a vida do casal?
Leia mais (09/26/2026 - 18h00)