ITATIBA1

SUV elétrico da Volkswagen, recém-lançando no Brasil, já vai mudar de nome para ID.Tiguan

Volkswagen acaba de lançar o ID.4 no Brasil, mas SUV vai dar lugar ao ID.Tiguan em 2027

G1 — Economia · 2026-09-28T12:32:23.000Z

Volkswagen acaba de lançar o ID.4 no Brasil, mas SUV vai dar lugar ao ID.Tiguan em 2027

A Volkswagen vai apresentar em outubro o novo ID. Tiguan, SUV totalmente elétrico que será lançado nos mercados no início de 2027. O modelo vai substituir o ID.4, que acabou de ser apresentado no Brasil e custa R$ 299.990.

O modelo será o terceiro nome tradicional da marca a migrar para a linha de carros elétricos, depois de ID. Polo e ID. Cross.

✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp

O novo SUV terá desenho completamente diferente e, segundo a Volkswagen, presença visual de um veículo de segmento superior. O ID. Tiguan vai substituir também o ID.5 dentro da linha elétrica da marca.

A estreia mundial está prevista para o início de outubro. Até lá, o modelo continua em testes, utilizando camuflagem.

Novo VW Tiguan enfrenta o GWM Haval H6

Apesar da chegada da versão elétrica, o nome Tiguan continuará sendo usado em modelos com motores a combustão e híbridos. A estratégia cria uma oferta paralela para diferentes tipos de motorização.

Atualmente, o Tiguan é o modelo mais vendido da Volkswagen e também o mais vendido de todo o grupo Volkswagen no mundo.

No Brasil, a Volkswagen lançou a nova geração do Tiguan com motor 2.0 turbo de 272 cv.

Na linha elétrica, ID.4 e ID.5 já somam mais de 950 mil unidades entregues desde 2021. Os dois estão entre as famílias de veículos elétricos a bateria mais vendidas da Volkswagen.

O ID. Tiguan apresentado pela Volkswagen ainda é classificado como um conceito próximo da produção e não está disponível para venda.

A Volkswagen afirma que já produziu mais de 8,3 milhões de unidades do Tiguan. Para Thomas Schäfer, CEO da Volkswagen e responsável pela marca, o novo modelo leva para a linha elétrica características associadas ao SUV, como espaço interno e tecnologias de operação.

Leia no Itatiba1 →