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Miliciano e ex-capitão do Bope Adriano foi morto em operação da polícia na Bahia
G1 — Política · 2026-09-29T17:46:00.000Z
Miliciano e ex-capitão do Bope Adriano foi morto em operação da polícia na Bahia
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (29) manter a quebra de sigilos bancários e fiscal de Danielle da Nobrega, ex-esposa do miliciano Adriano da Nobrega.
Mendes afirmou que a medida foi requerida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro justificada por "provas autônomas e independentes" que constatariam que ela foi "funcionária ‘fantasma’ na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro".
Danielle foi assessora de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) quando o senador e candidato à Presidência da República era deputado estadual no Rio de Janeiro.
Mendes citou que dados extraídos de aparelho celular apreendido no âmbito da Operação “Intocáveis” revela que ela não exercia suas funções e "além de evidenciar a atuação de Fabrício Queiroz na intermediação de contracheques e no controle dos valores percebidos".
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O ministro disse ainda que o MP apontou indícios de que a conta bancária de Fabrício Queiroz "era utilizada como centro de arrecadação de valores provenientes de diversos assessores vinculados ao gabinete do então Deputado Estadual Flávio Nantes Bolsonaro".
"Destacam-se, nesse contexto, os Relatórios de Inteligência Financeira do COAF , que apontam movimentações atípicas compatíveis com o recebimento reiterado de transferências oriundas de servidores comissionados, sugerindo a prática sistemática de repasse de parte das remunerações ('rachadinha'), corroborados por relatórios financeiros da ALERJ e registros funcionais", escreveu Gilmar.