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Márcio Douglas Moraes Amanajás, diretor-adjunto do Iapen
G1 — Brasil · 2026-09-29T19:55:52.000Z
Márcio Douglas Moraes Amanajás, diretor-adjunto do Iapen
O diretor-adjunto do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen-AP), Márcio Douglas Moraes Amanajás, foi exonerado do cargo comissionado por suspeita de envolvimento na morte do major da Polícia Militar (PM) Anderson Fernandes. A decisão saiu no Diário Oficial do Estado na segunda-feira (28).
Márcio estava entre os quatro policiais penais levados à Polícia Civil após a confusão que terminou com a morte do major em um bar na Zona Sul de Macapá, no domingo (27).
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Márcio e outros dois policiais foram liberados após depoimento. Já Uzias Palmeirim continua preso, após audiência de custódia nesta segunda-feira (28), quando a prisão foi convertida em preventiva.
Imagens de segurança mostram Márcio junto a outros policiais durante a confusão. Todos foram afastados das funções. Nas imagens, Uzias aparece atirando contra Anderson, que já estava caído no chão.
Veja o diário oficial aqui
O governo do Amapá afirmou que a investigação será feita com rigor e transparência.
O g1 tenta contato com a defesa dos policiais, mas até a última atualização não obteve resposta.
Audiência de custódia de policial penal envolvido na morte ocorreu nesta segunda-feira
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Relembre o caso
O major Anderson Leite Rodrigues Fernandes, de 38 anos, morreu neste domingo (27) após ser baleado durante uma confusão em frente a um bar na Zona Sul de Macapá. O policial estava de folga quando se envolveu no confronto que terminou em sua morte.
Segundo testemunhas, a discussão começou no interior do bar. Imagens do circuito interno mostram o major Anderson conversando com um grupo do lado de fora.
Em seguida, três homens saem do local. O policial militar joga uma garrafa contra um homem de camisa amarela e, logo depois, começam os disparos. Pedestres correm para se proteger. Baleado, o oficial cai ao lado de um carro.
Outro suspeito, vestindo camisa branca e bermuda listrada, sai armado do bar e atira contra o major já caído. Na sequência, ele guarda a arma e observa à distância.
Todos os suspeitos foram identificados como policiais penais e levados ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do Pacoval.
Ao longo da carreira, Anderson conquistou respeito pela liderança e dedicação. Era descrito como íntegro e comprometido com a segurança pública. O militar ingressou na Policia Militar em 2011 e acumulava 15 anos de serviço. O major deixa cinco filhos.
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