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Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa para o Senado no Rio de Janeiro. Na pesquisa estimulada sobre intenção de voto para senador, considerando a combinação dos votos para as duas vagas, Benedita da…
G1 — Brasil · 2026-09-29T20:11:52.000Z
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra como está a disputa para o Senado no Rio de Janeiro. Na pesquisa estimulada sobre intenção de voto para senador, considerando a combinação dos votos para as duas vagas, Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) aparecem com 15% cada. Na sequência, Marcelo Crivella (Republicanos) e Pedro Paulo (PSD) têm 7% cada.
A pesquisa foi contratada pela Globo. A Quaest ouviu 1.302 eleitores de 16 anos ou mais entre 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-04419/2026.
Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes.
Na pesquisa espontânea da Quaest — em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados —, 79 % estão indecisos, porque não souberam citar um candidato (eram 77% na última pesquisa).
Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.
Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos.
As candidaturas de André Monteiro (DEMOCRATA) e Comandante Ribeiro Afonso (DEMOCRATA) foram indeferidas pela Justiça Eleitoral e não constam a partir de 23/09.
Veja os números abaixo:
Combinação - votos totais, estimulada
Benedita da Silva (PT) — 15% (era 15%)
Carlos Jordy (PL) — 15% (era 10%)
Carlos Portinho (PL) — 15% (era 10%)
Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 7% (era 7%)
Pedro Paulo (PSD) — 7% (era 6%)
Monica Benicio (PSOL) — 6% (era 4%)
Waguinho (REPUBLICANOS) — 2% (era 3%)
Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 1%)
Michelly Xavier (UP) — 1% (era 1%)
Marcos Dias (PODEMOS) — 1% (era 1%)
Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%)
Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
Indecisos — 9% (era 21%)
Branco/Nulo/Não vai votar — 22% (era 21%)
Quaest para Senado Estimulada 29 de setembro
1º voto — estimulada
Benedita da Silva (PT) — 25% (era 24%)
Carlos Jordy (PL) — 15% (era 13%)
Carlos Portinho (PL) — 16% (era 9%)
Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 9% (era 9%)
Pedro Paulo (PSD) — 5% (era 5%)
Waguinho (REPUBLICANOS) — 2% (era 3%)
Monica Benicio (PSOL) — 4% (era 2%)
Marcos Dias (PODEMOS) — 0% (era 1%)
Helio Secco (MISSÃO) — 1% (era 1%)
Michelly Xavier (UP) — 0% (era 0%)
Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%)
Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
Indecisos — 4% (era 15%)
Branco/Nulo/Não vai votar — 19% (era 18%)
2º voto — estimulada
Carlos Portinho (PL) — 15% (era 11%)
Carlos Jordy (PL) — 15% (era 7%)
Pedro Paulo (PSD) — 9% (era 7%)
Benedita da Silva (PT) — 4% (era 6%)
Monica Benicio (PSOL) — 8% (era 6%)
Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 4% (era 5%)
Waguinho (REPUBLICANOS) — 3% (era 2%)
Michelly Xavier (UP) — 1% (era 1%)
Marcos Dias (PODEMOS) — 1% (era 1%)
Paula Falcão (PSTU) — 1% (era 1%)
Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 0%)
Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
Indecisos — 14% (era 28%)
Branco/Nulo/Não vai votar — 25% (era 25%)
Intenção espontânea para senador
Benedita da Silva (PT) — 7% (era 7%)
Carlos Jordy (PL) — 4% (era 3%)
Carlos Portinho (PL) — 3% (era 3%)
Pedro Paulo (PSD) — 2% (era 2%)
Monica Benicio (PSOL) — 1% (era 2%)
Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 1% (era 1%)
Waguinho (REPUBLICANOS) — 0% (era 0%)
Marcos Dias (PODEMOS) — 0% (era 0%)
Michelly Xavier (UP) — 0% (era 0%)
Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 0%)
Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%)
Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
Outros — 1% (era 1%)
Indecisos — 79% (era 77%)
Branco/Nulo/Não vai votar — 3% (era 4%)
Conhecimento, potencial e rejeição
(Entre parênteses, aparecem os percentuais da pesquisa anterior, divulgada em 8 de setembro. A ordem de cada linha é: potencial de voto; não conhece; rejeição).
Benedita da Silva (PT) — 35% (era 35%); 18% (era 21%); 47% (era 44%)
Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 25% (era 24%); 14% (era 15%); 61% (era 61%)
Carlos Jordy (PL) — 30% (era 16%); 54% (era 69%); 16% (era 15%)
Carlos Portinho (PL) — 33% (era 16%); 53% (era 68%); 14% (era 16%)
Pedro Paulo (PSD) — 19% (era 17%); 56% (era 58%); 25% (era 25%)
Monica Benicio (PSOL) — 19% (era 14%); 64% (era 70%); 17% (era 16%)
Waguinho (REPUBLICANOS) — 11% (era 10%); 46% (era 49%); 43% (era 41%)
Paula Falcão (PSTU) — 3% (era 6%); 81% (era 84%); 16% (era 10%)
Michelly Xavier (UP) — 4% (era 6%); 82% (era 84%); 14% (era 10%)
Vinicius Benevides (UP) — 4% (era 3%); 83% (era 85%); 13% (era 12%)
Helio Secco (MISSÃO) — 3% (era 6%); 79% (era 82%); 18% (era 12%)
Luciano Mattos (PRTB) — 3% (era 2%); 83% (era 86%); 14% (era 12%)
Luiz Eugenio (PCO) — 3% (era 3%); 82% (era 84%); 17% (era 13%)
Marcos Dias (PODEMOS) — 4% (era 4%); 78% (era 80%); 18% (era 16%)
Ó Clemente (DEMOCRATA) — 3% (era 4%); 79% (era 81%); 18% (era 15%)
Plenário do Senado Federal
Jonas Pereira/Agência Senado
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Eleições para o Senado
Nas eleições de 2026, os eleitores irão às urnas escolher dois representantes para o Senado. Em 2018, na última eleição em que duas vagas estavam em disputa, milhões de votos para o cargo ficaram em branco ou foram anulados.
O Senado tem 81 cadeiras, e o mandato dos senadores é de oito anos. A renovação acontece de forma alternada: em uma eleição são escolhidos dois senadores por estado e pelo Distrito Federal, renovando dois terços da Casa. Na eleição seguinte, apenas uma vaga por unidade da Federação é disputada.
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